Caminho sob o manto
do Pratto chileno, das cazuelas de
carne ou de aves, das parrillas, do congrio frito, do mariscales, do cordeiro,
entre tantos, que podem ser saboreados com um autentico cabernet sauvignon, sob
a benção da religião católica, tudo junto, num evento continental. Que
maravilha! Que êxtase visualizar o “carioca” com cara de professor pardal.
Esperem, muito mais virá.
Falando em faces e
fases, a mudança de quem acaba de ultrapassar quadro décadas já pode ser
sentida, com propriedade, através dos fenômenos naturais do tempo. Cabelos
brancos, artrose, gripes teimosas, recuperação lenta após evento etílico
normal, enfim, absolutamente tudo passa ao estágio da ladeira.
Uma alternativa pode
ser a criação de meios para obstaculizar a velocidade desse veículo. E como
estamos em tempo de lombadas eletrônicas e pardais, o freio deverá ser
necessariamente vinculado a uma sanção.
Mas não, de nada
adianta qualquer procedimento se mantivermos nossa ideia deslocada do tempo em
que ela se move. Não adianta o atraso ou a aceleração. A linha de conduta deve
ser convencionalmente transgressora, pois, ao contrário, seremos tão somente
protagonistas da banda que passa.
Muitas vezes os
instrumentos são difíceis de ser tocados. Outras vezes a facilidade é um
sintoma. O caminho é exatamente assim, queiramos ou não.
Em suma, não há
regra. Existem ações, reações, pontualidade e conduta. E tudo é consequência.
NO
FIM
Prefiro ser essa
metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
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