Vou concentrar
somente na gasolina.
Esta semana estive
em Porto Alegre e também na região metropolitana e constatei que a gasolina é encontrada
tranquilamente pelo preço de R$ 3,579/litro.
Aqui em Lagoa
Vermelha e região o valor médio ultrapassa (e bem) o valor de R$ 4,00/litro.
Indagação: qual a
razão de tal discrepância se é que pode ser assim chamada?
A primeira razão que
sempre escuto é que o preço do frete que encarece o produto. Fui pesquisar e
encontrei o seguinte: “no preço que você
paga na gasolina estão incluídos, além do preço da Petrobras, o preço do etanol
anidro, as margens brutas de distribuição e revenda e os tributos estaduais
(ICMS) e federais (CIDE e PIS/COFINS). A soma destes fatores equivale ao preço
final nos postos”.
Para
composição do preço da gasolina C, a comum, é necessária a adição de etanol anidro, o qual tem seu preço
regulado pelos períodos de safra e entressafra da cana de açúcar. E o preço
final ao consumidor varia em relação aos custos, que inclui comercialização,
encargos, frete, volume de venda, margem de lucro, etc.
Desta equação,
separando os demais (custo etanol, impostos, Petrobras, que são comuns), o percentual
de distribuição e revenda fica em 15%. Neste está incluído o chamado “frete”.
Bom, se o frete é o “maior
vilão”, qual o seu percentual dentro destes 15%? Se o frete é o responsável
maior pela diferença entre os preços, em tese, quanto mais longe das
distribuidoras maior a diferença de preço. Mas, todos adquirem de
distribuidoras diretamente? Depende da bandeira do Posto e do conceito de
exclusividade?
Por outro lado, num
simples cálculo inverso, se aumenta o combustível não aumenta automaticamente o
frete?
NO FIM
Vamos atrás das
respostas.