Seguidores do Victor Hugo

Páginas

Total de visualizações de página

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

GASOLINA E SEU PREÇO


 

                            Vou concentrar somente na gasolina.

                            Esta semana estive em Porto Alegre e também na região metropolitana e constatei que a gasolina é encontrada tranquilamente pelo preço de R$ 3,579/litro.

                            Aqui em Lagoa Vermelha e região o valor médio ultrapassa (e bem) o valor de R$ 4,00/litro.

                            Indagação: qual a razão de tal discrepância se é que pode ser assim chamada?

                            A primeira razão que sempre escuto é que o preço do frete que encarece o produto. Fui pesquisar e encontrei o seguinte: “no preço que você paga na gasolina estão incluídos, além do preço da Petrobras, o preço do etanol anidro, as margens brutas de distribuição e revenda e os tributos estaduais (ICMS) e federais (CIDE e PIS/COFINS). A soma destes fatores equivale ao preço final nos postos”.

                            Para composição do preço da gasolina C, a comum, é necessária a adição de etanol anidro, o qual tem seu preço regulado pelos períodos de safra e entressafra da cana de açúcar. E o preço final ao consumidor varia em relação aos custos, que inclui comercialização, encargos, frete, volume de venda, margem de lucro, etc.

                            Desta equação, separando os demais (custo etanol, impostos, Petrobras, que são comuns), o percentual de distribuição e revenda fica em 15%. Neste está incluído o chamado “frete”.

                            Bom, se o frete é o “maior vilão”, qual o seu percentual dentro destes 15%? Se o frete é o responsável maior pela diferença entre os preços, em tese, quanto mais longe das distribuidoras maior a diferença de preço. Mas, todos adquirem de distribuidoras diretamente? Depende da bandeira do Posto e do conceito de exclusividade?

                            Por outro lado, num simples cálculo inverso, se aumenta o combustível não aumenta automaticamente o frete?

NO FIM

                            Vamos atrás das respostas.

                           

                           

LIBERDADE


 

                            A Suprema Corte brasileira entendeu, por maioria de votos (7x4) de seus ministros, que o Estado poderá executar a pena (condenação criminal) desde logo, uma vez julgado o processo em segunda instância (no Tribunal de Justiça, por exemplo).

                            A Constituição Federal, especificamente no art. 5º, LVII, reza: ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória.               

                            Pois bem. Até onde eu compreendo, e o próprio STF compreendia desde 2009, trânsito em julgado é quando não cabe mais recurso algum contra uma eventual condenação. Ou seja, o cumprimento da pena somente era possível quando esgotados todos os recursos.

                            Agora, mudou. Uma condenação em segunda instância, como dito, no Tribunal de Justiça, por exemplo, já autoriza a execução da pena, nada obstante a possibilidade de recursos aos tribunais superiores (STJ ou STF).

                            O argumento principal é no sentido de que os recursos aos tribunais superiores não indicam enfrentamento de matéria fático/probatórios, ou somente é analisada questões de direito e não mais fatos.

                            Acho até que o argumento, em sentido filosófico e até sociológico tem trânsito. Todavia, quando estatisticamente (para isso serve) diz que 25% dos recursos criminais são providos na Suprema Corte, alguma coisa está fora da ordem!

                            Se o incrível e altíssimo percentual de 25% dos recursos são acolhidos pela Corte Suprema, torna evidente que a execução da pena antes da análise por esta Casa de Justiça configura o nascimento de uma imensurável insegurança, o que poderá gerar - e gerará, diversas indenizações por prisões ilegais ou de inocentes.

                            É a máxima: tenho quase certeza de que o réu é culpado, por isso irei absolvê-lo!

NO FIM

                            É sim um retrocesso.

 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

COCÔ DE CACHORRO



 

                            Há tempos vejo a movimentação de pessoas com seus animais de estimação. Hábito saudável e que deve ser sempre estimulado, inclusive com repressão forte àqueles que maltratam qualquer bicho.

                            Entretanto vejo também a despreocupação das pessoas que passeiam regularmente com seus animais, e falo particularmente dos cachorros, com suas fezes. As dos cachorros!

                            Quem circula por qualquer rua da nossa cidade, especialmente as centrais, tem que andar desviando dos dejetos deixados, muitas vezes acumulados e causando não só um desconforto natural e consequente, mas igualmente propagando e alimentando a proliferação de tudo o que não é saudável.

                            Qual o custo de cada um cuidar do seu animal de estimação? É somente levar consigo um saco, uma sacola apropriada e recolher as fezes e levá-la ao lixo adequado. Só isso! É muito?

                            Mas não. O que se vê é uma cidade “carimbada” com cocô de cachorro por todos os lados.

                            Chama atenção, igualmente e de toda forma, é que muitos “bonitos” levam os bichos para dar uma passeada nas praças para que efetivamente façam suas necessidades, todavia não estão nem ai com o material deixado sob a grama, sob a calçada ou ao lado das árvores.

                            É possível que as pessoas não tenham noção ou sejam completamente sem noção? É possível sim, é só dar uma pequena circulada em qualquer praça ou calçada que tal fato é naturalmente constatado.

                            A gente retorna à educação a cultura (ou falta) e enxerga muitas vezes que, como outrora foi pensado e aplicado em algumas cidades, na multa para quem joga papéis no chão (ao lado das lixeiras), em multar os donos dos animais, porque infelizmente é somente com penalização de ordem financeira que a “educação” de muitos vem à tona.

NO FIM

                            É para pensar e agir mesmo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

PURPURINA


                           

                            Pensei também nos confetes e nas serpentinas, além, é claro, do “velho” hi-fi  e dos ambientes aromatizados. Na época até as cortinas dançavam e o camarote sempre esteve livre. Cada tempo é o seu tempo, mesmo que este nem mesmo exista.

                            Hoje até parece que está faltando um pouco de ar para a festa mais popular. Parece somente. Tudo contagia com a marcha e instrumentos. Não importa a cadência, mas a razão e o encontro.

                            Elegância e prudência são regras importantes para o desfecho.

 STONES

                            Pois é, estão novamente em solo sul-americano os Rolling Stones e com apresentação marcada para o início de março em Porto Alegre no Gigante da Beira-Rio.

                            Evidente que imperdível, apesar do preço dos ingressos e da corrida louca para consegui-los. Mas, são os Stones!

                            Eu verei novamente e tenho a certeza de que, antes em solo argentino e italiano, aqui, em solo gaúcho e porto-alegrense a sensação será outra, sobretudo, porque o piso ao final é o sagrado coliseu Colorado.

HAMBÚRGUER

                            A novidade que está chegando é o hambúrguer. Sim, novidade porque será o tradicional, o clássico, aquele mesmo de origem alemã, de Hamburgo, com essência nômade e uma pitada decisiva das mãos dos gourmets.

                            Aguardem, mas por muito pouco tempo.

NO FIM

                            Não esqueçam: o fígado também deve respirar.