Ao participar da rústica dentro da 25ª maratona internacional de Porto Alegre no último domingo, tendo alcançado o glorioso 184º lugar, entre quase 1.000 participantes, fiquei feliz especialmente por dois motivos: o primeiro, é claro, pela minha classificação, a partir especialmente do fato de ser uma amador com preparação totalmente amadora; o segundo, e principal, é porque pude aprender que nestas competições não existem perdedores, todos somos vencedores.