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quarta-feira, 25 de maio de 2016

O CELULAR É A ARMA MAIS LETAL


 

 

                            Tudo que emerge do picadeiro dá notícia, e das boas.

                            Os últimos acontecimentos levam a uma conclusão: quem inventou o telefone móvel ou o celular não tinha mesmo o que fazer! Que o digam os “homens públicos”. Um telefone celular (gravador) mata mais do que um revólver.

                            Os exemplos se acumulam. Vejamos os mais recentes: o “chefe” do congresso nacional e um dos “conselheiros do Dick”, ou o ex-quase-nunca ministro Jucá.

                            O chefe quer mudar a lei da delação. O ex-quase-nunca ministro disse que o “esquema” envolve todos, inclusive os capas pretas do Supremo Tribunal Federal. Que cara louco!! Deter a Lava Jato?? Estancar sangria??

                            E tudo isso ficamos sabendo através de uma gravação, que se não o foi poderia ter sido pela arma atualmente mais letal, similar diria até ao gás mostarda usado na guerra do Vietnã ou a um cd de música sertaneja.

                            Porém algo me intriga. Por que a revelação de tais áudios somente vem a público agora, considerando que a gravação foi em março? Por quê? Algum motivo jurídico? Alguma razão política? Qual o verdadeiro interesse na estratégia? Será que a conspiração deixaria Al Capone com inveja?

                            Acho que o cheiro do ralo contaminou o governo interino em uma semana. Realmente é complicada esta teia onde os tentáculos apontam todos para o mesmo horizonte.

                            Lembrei-me de “Tropa de Elite”, precisamente do final, onde a base do sistema é exatamente no lugar onde senta o mesmo interino.

NO FIM

                            Parece que é só o começo da nova fase de escutas.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

DICK VIGARISTA NO PICADEIRO



 
                            Escrevo exatamente no momento em que é iniciada a discussão sobre a votação do impedimento da Presidente da República no Senado Federal. Favas contadas, todos sabemos. Mas o que emergirá desta celeuma política/jurídica socialmente apaixonada?
                            Infelizmente amigos, mesmo que não concordem comigo, o que é imensamente saudável numa e para democracia, a roda permanecerá no ritmo conhecido. Os personagens são os mesmo, ou melhor, sempre os mesmos. As artes e as manhas idem. Ficará sim, todos igualmente sabemos, a travessia pelo mesmo carreiro. 
                            Porém nada chama mais atenção que a evolução do Dick Vigarista ao palco principal. Ele esperava isso há muito tempo. Jamais conseguiria de outra forma. Até os “falecidos” políticos ressuscitaram. E não foi necessário o terceiro dia.
                            Estamos sangrando, senhoras e senhores, e a saída não é pela direita.
FOOD TRUCK
                            Apesar do nome inglês para dizer mais ou menos comida em caminhões ou caminhão de alimentos, achei muito boa a iniciativa e não menos o evento realizado no último final de semana.
                            É muito importante que isso venha até nós, para que todos experimentem novidades e saboreiem o ritmo das regras atuais da gastronomia pontual.
                            Gostei e espero que outras tantas venham.
NO FIM
                            O que começa agora?

LAGOA



 
                            Dia desses, que se passam cadenciados, no ritmo das horas, do sol e da chuva, pelo momento, lembrei-me da Lagoa Vermelha e seu passado. Talvez um passado recente, mas certamente não menos nostálgico.
                            Em 1981, comemorando os 100 anos do município, houve a inauguração do monumento conhecido como “obelisco”. Situado na principal avenida de nossa cidade, em espaço que à época caminhava o desenvolvimento viário, comercial e residencial, sobretudo pelo deslocamento do então colégio Duque de Caxias, trouxe inclusive o Governador do Estado para prestigiar a obra.
                            Sua forma indica o número de anos de então. Cantamos o hino nacional, formamos fila, batemos palma e ouvimos discursos que nada entendíamos. Tinha nove ou dez anos naquela época, nada que altere o entendimento que tenho de discursos nos dias atuais.
                            Lembro que a praça onde o monumento foi erguido servia para memoráveis jogos de bolita (bola de gude pra os “mais finos”). Ou para os intermináveis jogos de taco, constantemente com inserções noturnas e desconforto caseiro pela chegada “ao adiantado da hora”.
                            Éramos crianças e felizes.
TEORI
                            Notícia que chega quando escrevo estas linhas é que o ministro Teori Zavascki do STF determinou o afastamento de Eduardo Cunha do mandato na Câmara dos Deputados.
                            Será que a equipe daquele outro juiz, o “herói”, irá fazer alguma manifestação em frente ao seu apartamento (do ministro) em Porto Alegre?
                            Tenho uma leve impressão que não.
NO FIM
                            A conta disso tudo será muito cara.
 
 
 

O ISOLAMENTO




                            Eu até aprecio o frio e suas consequências. Porém, estas direcionadas ao caráter etílico e gastronômico, sem deixar, é claro, a lenha e o fogo de lado.

                            Já disse, escrevi, propalei, discuti, mas nunca vou deixar de retornar ao critério mais humano do frio: o isolamento e naturalmente a tristeza. Sei, pode ser dito, e é verdade sob certo aspecto, que o frio aproxima pessoas naturalmente. Eu penso exatamente o contrário: o frio isola. Faz com que busquemos não sair de casa (mais ainda); que seja evitada ao máximo a circulação em detrimento da acomodação e do aconchego.

                            Sei, a resposta pode estar na barba branca. Contudo, a prova são os povos de regiões polares ou mesmo do velho mundo em relação aos países tropicais. Quem é mais despojado e via de regra inclinado à felicidade? 

                            O frio e seus atributos é companheiro da solidão. O fogo que aquece não retira a inclinação ao desapego. O humano, talvez ainda mais humano, não supera esta barreira.

                            A música provavelmente é uma saída e trará lições. Esta também é a vida.

SEI

                            Foi o Prince e agora o Billy Paul. Muitos ficaram; em compensação. Não é possível esquecer o Me And Mrs. Jones e Your Song. Sugiro e muito!

 

NO FIM

                            F. Scott Fitzgerald         em o Grande Gatsby: “Um fato fundamental da vida é que qualidades como decência e dignidade são distribuídas aos homens com grande desigualdade ao nascerem”.