Recebo
e-mail do amigo, sempre atendo, Marcos, alertando pela falta de envio da coluna
semanal. Imediatamente chegou ao teclado e passo a escrever. Tinha pensado em
diversos assuntos, nada de muito importante, mas que passaria, sem sombra de
dúvidas, pela discussão de que “todos somos Charlie” ou muito provavelmente,
como no meu caso, “não sou Charlie”. Ainda, das recentes tragédias com o
transporte coletivo, numa clara evidência de que o conjunto
humano/veículo/estrada/velocidade/estresse, mais do que nunca restam
ultrapassados; prisões, ainda que sem algemas, mas espetaculares, etc.
Mas de
tudo isso, para o momento ficarei concentrado no alemão.
Antes de
nada, para que o texto não seja interpretado erroneamente, diga-se, como
racista, declaro que sou 25%, considerando meus avós, de origem germânica,
condição que autoriza minha exposição, pois, ao final trato de algo que muito
provavelmente tenha, mesmo que minimalistamente, a ver com alguma ação ou
reação próxima.
Este tal
alemão que indica a referência a todos que de uma forma ou outra, em alguma
condição, têm a característica do esquecimento, está cada vez mais presente,
sobretudo quando despretensiosamente estamos num período de recesso, ou seja,
quase todos os dias podem ser, para os advogados, considerado uma espécie de
domingo, porque a nossa vida, ou os prazos, não correm, e por isso nós podemos
correr, ou ficar parado.
Talvez
nestes dias, ou nestes momentos, ou nestes períodos, é que o alemão chega com
mais propriedade, arrasando, ao final, traduzindo tudo aquilo que nós, outrora pensávamos
que muito possivelmente não aconteceria.
Por
isso, salve o alemão, pois ele talvez seja a sineta que nos indicará o que
definitivamente virá.
NO FIM
Ele
chegará!
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