Se avizinha mais uma
eleição para também escolhermos nosso próximo principal mandatário ou o
Presidente da República.
Os pretendentes já são
conhecidos. E se não houver qualquer surpresa (sempre é possível) os nomes são
exatamente os alardeados por aí, com exceção de Lula, que pela legislação
vigente está impedido de concorrer.
Pois bem. Tenho
acompanhado atentamente os candidatos, principalmente suas recentes entrevistas,
agora em tal condição. Tal situação, aliás, que me parece uma obrigação de todo
o eleitor. E ao mesmo tempo que percebo pessoas preparadas para o debate, vejo
outros que não passam de uma piada e de extremo mau gosto.
Assisti, nesta
semana, uma sabatina característica do jornalismo atual: ataque principalmente
à pessoa e, se der tempo, perguntas sobre suas ideias e propostas.
Desta verdadeira
armadilha só sobrevivem os que têm um mínimo de conhecimento em áreas básicas.
Os demais, como o entrevistado que vi, que somado ao seu total despreparo e total
ignorância, mostrou claramente desconhecer fatos basilares de nossa história,
de nosso povo e, por consequência, dos mais comezinhos conceitos do que é em
verdade o Brasil, sucumbem vergonhosamente.
A batida retórica de
ser buscado um “salvador da pátria” a partir do que ele diz, ou seja,
exatamente o que muitos querem ouvir, sem, no entanto, buscar a informação
sobre a possibilidade do que é dito efetivamente ser possível de realização,
reputo eu, como o maior perigo que ronda nossa quase ferida de morte
democracia.
Corremos o risco sim
de tudo ficar pior do que já está. E vejam, meus amigos e amigas, eu também
achei que pior já estava em nossas vidas com o atual desastre que nos comanda.
NO FIM
Só para esclarecer
que a eleição é da República do Brasil e não, como muitos ainda pensam, de “Curitiba”.