O Brasil está
triste. Ninguém está ou ficou confortável com o processo de impedimento da
Presidente da República. Até mesmo os sedentos que assumem o poder tiveram
alguma dor de barriga. Não, tudo isso não é legal, e aqui digo literalmente.
Mas a vida segue.
Vencido o foro legislativo ingressar-se-á no judiciário. Aqui sim, nesta
esfera, a cobra deverá fumar um “puro” mais
demorado, o que não evitará, todavia, a mudança dos quadros e o novo “chefe”
nas repartições públicas.
Sinceramente a
história da perda do suporte político se repete. Já aconteceu com o “Collorido”. A Presidente perdeu. E
perdeu para Cunha, o grande responsável pelo ato de vingança. Isso tudo é
incontroverso.
A Presidente errou.
Errou feio e errou muito. Ela sabe e já confessou. Mas tais erros são capazes
de decretar a pena de morte politica? Tudo isso não tinha já acontecido ou
acontece recorrentemente?
Para
o tribunal político não importa, com alguns espumando pelo resultado da
negociada e fracionamento dos cargos, a ré já estava condenada antes e
independente da sua defesa. O jogo já estava jogado!
Bom, restam agora as
questões de cunho (e não Cunha) jurídico, pois somente a partir do resultado no
Senado Federal estará aberta às portas para discussão de mérito, ou de fundo,
sobre todos os aspectos que ultrapassam os limites processuais.
O que poderá
acontecer?
Não sei. Só sei que
hoje (vai aumentando) mais de 80% da população não aceita o inelegível como
comandante.
Pergunta na linha de
entendimento apresentado: vamos tirar um depois os outros. Quando começa a
campanha (com panelas) para tirar “os outros”?
NO FIM
Saúde.