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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


MOVIMENTAÇÕES ATÍPICAS



                            Estão ocorrendo movimentações, por assim dizer, pouco convencionais, quer sejam no âmbito das contas bancárias de integrantes do Poder Judiciário nacional, quer sejam debaixo dos edredons do BBB



                            As relacionadas com o BBB são taxadas aqui de “pouco convencionais” para acompanhar o canhão de mídia sobre um evento que ninguém viu. Ou melhor, quem viu não viu nada. Colocaram o participante para fora, numa forma de proceder bem característica da emissora: a audiência está, ou vai ficar ali na esquina, comprometida, algo terá que ser feito imediatamente. E foi feito, com cada um ganhando o seu. Há dúvidas quanto a isso?



                            Já quanto às contas bancárias o furo é mais embaixo dos edredons. A corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon, soube de movimentações atípicas no valor de R$ 856 milhões, no período de 2000 a 2010, realizadas por magistrados e serventuários do Judiciário. Tomou conhecimento e acelerou o processo da informação.                           



                            Há situações para deixar o Kojak de “cabelo em pé”: um ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo era credor (como?) de R$ 1,5 milhão e o embolsou de uma só vez. Pior, tudo graças a um requerimento por ele feito na condição de desembargador e despachado, por ele próprio e favoravelmente, na condição de presidente do Tribunal. Querem mais?



                            Outra de São Paulo, a corregedoria do CNJ, por ordem da ministra Eliana Calmon, analisa o pagamento de R$17 milhões feitos a 17 desembargadores. Cada um deles, de uma só vez, teria embolsado R$1 milhão. E por aí caminha a humanidade.



                            Na contrapartida, a verdadeira ciranda é acompanhada pela crescente e interminável fila para o recebimento de precatórios, por funcionários públicos comuns, como professores, policiais, etc., mas como são comuns, que aguardem na fila.



                            Esta realidade terá que ser enfrentada agora, definitivamente, para que a generalização, quando ocorrida, venha a separar quem é quem.



NO FIM



                            Se faça justiça: pelo que é conhecido até agora, não há registro de movimentações “estranhas” envolvendo magistrados ou servidores do judiciário gaúcho.

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