VIAS
É fato que o maior
número de vias para circulação automobilística, ciclística e ao fim de
pedestres contribui para o desafogo e para oxigenação de todos.
Então são melhores
duas vias do que uma; três vias do que duas e assim por diante. Não se perde
pelo aumento do número, pois no máximo a via ficará com “pouco uso”, contudo
sem experimentar ou desenvolver prejuízos para o fluxo em si.
Diante de tal
constatação, que a cada dia é mais corrente no seio de nossa sociedade, a ideia
e a necessidade da construção de uma nova via, mesmo que a pavimentação aguarde
detalhes, está consolidada.
As justificativas
são importantes e reputo a maior delas que é a alternância no poder. Não se
trata essencialmente de apresentar um estrado e colocar as medalhas seguindo a
orientação de valores dos metais. É mais adiante.
O desenho eleitoral
já conhecido traz dois candidatos. Todo mundo fala neles e nos mesmo se
estabelece a concentração dos debates. Não havia, até pouco, nenhuma incisão
mais profunda quanto a possibilidade de nascer outra via, uma terceira via, no
mínimo.
Vejo que nos últimos dias a possibilidade de uma discussão
mais profunda sobre o assunto é condição inevitável. O nascimento já ocorreu e
o desenvolvimento do feto é a grande tônica.
Quantos nomes
existem para encabeçar esta nova via, com pavimentação recente? Certamente que
haverá muitos pretendentes. Mas, em condição de suportar o processo e,
especialmente, de fazer um papel que corresponda às expectativas? Acredito que
o número seja reduzidíssimo! Vejo um, no máximo dois.
A democracia e o
sufrágio popular merecem um engrandecimento do corpo restrito até então estabelecido.
Acho que algo está para acontecer. Aguardo.
NO
FIM
O equívoco evidente
na última coluna onde indiquei o estádio para a Copa do Mundo foi de que
informei que este (estádio) pertencia a uma equipe de futebol, enquanto todos
sabem que o empreendimento, inclusive o estádio, é de uma construtora.
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