Em períodos férteis para as notícias falsas, ou, para
alimentar palmas à língua opressora, das fake news, tudo pode acontecer,
inclusive, para não dizer especialmente, a utilização dos profissionais da área
que alimentam “informações” que são utilizadas pela massa de manobra, que são
àqueles ventríloquos de qualquer coisa, desde que essa “coisa” seja de seu
interesse.
Hoje temos
intelectuais, sociólogos, juízes, advogados e toda uma gama de filósofos que se
apresentam especialmente em redes sociais. Emitem opiniões variadas, sem
inclusive ter vergonha do que dizem e do limite entre o certo e o errado, a
partir de comezinha razoabilidade ou do bom senso.
É o chamado vale
tudo! Vale, aliás, até bomba, como dizíamos todos nos antigos torneios de
futebol por este interior a fora. Vale bomba, dedo no olho e até algo mais
forte, desde que seja do meu time.
Se desenrola uma
campanha política, curta e, em tese, econômica, que resta caracterizada
exatamente pelo destempero, pela ignorância enraizada e pela cristalina utilização
daquela já dita massa de manobra, que ao final entende estar fazendo algo
especial ou simplesmente descarregando uma represada energia baseada
exclusivamente no ódio.
Estamos sim no
odiando. Nas esquinas, nas repartições, nas escolas, nos tribunais, nos
colégios, nas famílias, dentro da nossa própria casa. Onde fomos realmente
parar?
Não sei o limite.
Não sei se ele efetivamente existe. Sei sim que a polarização chegou a um
patamar que a solução deixou há muito de ser no campo das ideias, dos ideais e
busca do bem da vida. Agora ou é a fogo ou a ferro!
Não esqueçamos, por
último, quem são os fomentadores disso tudo. Quem são os apresentados como
salvadores de uma pátria em frangalhos. Quem tem a “solução mágica” para os
problemas que diariamente alimenta.
NO FIM
O que será disso
tudo?
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