Períodos
bélicos/nostálgicos levam a recapitulação de fatos e acontecimentos. Lembrei,
por algum motivo não definido, do periódico “A Chuva”. Lembram dele?
Vejam que nada passa
incólume. Em recente pesquisa no Google encontrei menções sobre jornais que já
circularam em Lagoa Vermelha e na região. E entre os quais, para minha
agradável surpresa, encontrei referências ao jornal ‘A Chuva”, o que me deixou
surpreendentemente vaidoso.
Foram poucos anos e
exemplares, mas Graxaim das Coxilhas, Herman N. da Silva, Necitta Caixa Alta,
Fiódor Pávlovitch, DuffFlea, Diogoção e Alzaimer, marcaram época.
Talvez se aproxime o
momento do retorno do “pasquim” dos campos de cima da serra. Vai que tudo isso
se materializa. Estou torcendo, como sempre.
FRIO E A
INTROSPECÇÃO
Já debatemos por
aqui. O frio é sinônimo de inevitável recolhimento e, por consequência, de
introspecção e ausência de senso coletivo. O frio nos deixa sisudos. Ficamos
não tão bem-humorados e procuramos organicamente na gastronomia nosso sossego.
Da estética do frio,
como diz o Ramil, para o companheirismo que emerge dos estalos contagiantes de
um fogo à lenha.
Vamos passar por
esse também.
COMIDA PREFERIDA
Não tem jeito. Não é
churrasco, carreteiro ou mesmo a polenta. A minha comida preferida, mesmo que
isso não altere em absolutamente nada e não represente igualmente nada além do
meu paladar, é a massa. E a com calabresa, regada a generosos temperos a partir
de alho e óleo. Fazer o quê?
NO FIM
Sopa de agnolini e
molho com pão nunca deve ser desprezado.
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