Dia desses estava eu
aguardando o eclipse, o qual, aliás, não vi, e, por isso, não apostaria em sua
presença, apesar de muitos alertarem ter aparecido, subitamente pensei no Raul.
Sim, no Raul Seixas!
Disse ele muitas
coisas em sua farta obra musical. Entre tais cantou “O dia em que a terra
parou”. Seria neste dia em que ninguém faria nada, sairia de casa; nem mesmo
para comprar pão, ir à missa ou promover qualquer ato.
Raul era visionário.
Somente teve um pequeno equívoco quanto disse que isso seria “um dia”, ainda
mais para nós, os brasileiros.
BEATLES FORAM OS
MAIORES
Nunca tive dúvida.
Porém, agora tendo assistido os dois últimos documentários sobre os Beatles
tenho certeza de forma absoluta (existe isso?), que eles foram (e ainda são) os
maiores. Aliás, muito maiores.
Por exemplo: um dia,
há muito tempo, cheguei ventilar a possibilidade de comparação com Rolling
Stones. Mas não há como. É muita distância. Aliás, os Rolling Stones e todos os
demais somente existiram em sua plenitude porque haviam os Beatles. Todos
partiram deles.
Perdoem-me, para
utilizar um recurso cristão, àqueles que discordam. Os Beatles, juntos ou
separados, não há a menor comparação. Aceitem, amigos!
CAROL
Semana que passou
experimentei especial momento em minha já não tão curta existência. Estive na
formatura de minha filha Luiza Carolina ou simplesmente da Carol. Compartilho
minha alegria. Foram espaços ímpares e de grande emoção. Parabéns, filha!
NO FIM
Claro que não
esqueci do Bob Dylan ou da minha predileção sobre todos: Led Zeppelin. Isso,
entretanto, é outro papo.
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