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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

RUAS


                            O assunto é tão recorrente quanto necessário. Todos nós, moradores desta cidade, experimentamos consequências violentas relacionadas a violência, sobretudo noturna e aos finais de semana.

                            Recentemente um grupo de jovens (leia-se: delinquentes e sem freios), em pleno centro da cidade, em ação covarde, porque sabidamente agem somente em “bandos”, agrediram outro jovem e ocasionaram lesões de grave monta.

                            E não para por aí. Todos, absolutamente todos os finais de semana, algum ato criminoso acontece no centro de nossa cidade. E os resultados estão se potencializando. Ninguém está livre. Qualquer um poderá ser a próxima vítima.

                            O que fazer? Vivemos em sociedade e, por tal condição, necessariamente existem regras, até para que o retorno à época das cavernas ou do faroeste sofram resistências.

                            Ações preventivas e punitivas em contrapartida (dizendo uma obviedade também necessária) é a única resposta. Isso passa (outra questão óbvia) por aparelhamento humano, técnico, logístico e estrutural.

                            O que falta para o monitoramento por câmeras do centro da cidade? Por que o módulo da Brigada Militar não permanece ao menos com um policial fisicamente em plantão durante o final de semana ao menos?

                            Quanto às câmeras de monitoramento a resposta deve vir das autoridades, pois houve uma movimentação e desconheço o atual estágio.

                            Quanto ao plantão, sabedor da recorrente falta de efetivo ou mesmo de condições no geral, talvez como alternativa o deslocamento do plantão (não sei tecnicamente a possibilidade) do quartel para o módulo? Não sei o que é possível, porque o ideal está cada vez mais longe.

                            Há diversas outras medidas prementes que somente os órgãos de segurança podem enfrentar. Algo precisa ser feito e logo!

                            Fenômenos como agressões graves, homicídios, algazarras e desordem sistemática, já estão sofrendo concorrência das queimas de arquivo.

                            Volto a dizer: algo precisa ser feito, urgente!

NO FIM

                            Viver em paz? Não sabemos mais o que isso quer dizer.       

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