O assunto é tão
recorrente quanto necessário. Todos nós, moradores desta cidade, experimentamos
consequências violentas relacionadas a violência, sobretudo noturna e aos
finais de semana.
Recentemente um
grupo de jovens (leia-se: delinquentes e sem freios), em pleno centro da
cidade, em ação covarde, porque sabidamente agem somente em “bandos”, agrediram
outro jovem e ocasionaram lesões de grave monta.
E não para por aí.
Todos, absolutamente todos os finais de semana, algum ato criminoso acontece no
centro de nossa cidade. E os resultados estão se potencializando. Ninguém está
livre. Qualquer um poderá ser a próxima vítima.
O que fazer? Vivemos
em sociedade e, por tal condição, necessariamente existem regras, até para que
o retorno à época das cavernas ou do faroeste sofram resistências.
Ações preventivas e
punitivas em contrapartida (dizendo uma obviedade também necessária) é a única
resposta. Isso passa (outra questão óbvia) por aparelhamento humano, técnico,
logístico e estrutural.
O que falta para o
monitoramento por câmeras do centro da cidade? Por que o módulo da Brigada
Militar não permanece ao menos com um policial fisicamente em plantão durante o
final de semana ao menos?
Quanto às câmeras de
monitoramento a resposta deve vir das autoridades, pois houve uma movimentação
e desconheço o atual estágio.
Quanto ao plantão,
sabedor da recorrente falta de efetivo ou mesmo de condições no geral, talvez
como alternativa o deslocamento do plantão (não sei tecnicamente a
possibilidade) do quartel para o módulo? Não sei o que é possível, porque o
ideal está cada vez mais longe.
Há diversas outras
medidas prementes que somente os órgãos de segurança podem enfrentar. Algo
precisa ser feito e logo!
Fenômenos como
agressões graves, homicídios, algazarras e desordem sistemática, já estão
sofrendo concorrência das queimas de arquivo.
Volto a dizer: algo
precisa ser feito, urgente!
NO FIM
Viver em paz? Não sabemos mais o que isso quer dizer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário