Já que passamos por
“tempos não muito sérios”, nada mais atual do que o remake da novela Tieta.
Alguns, dentro do
meu universo de 17 eleitores, devem estar achando engraçado este tema. Porém,
como dito acima, a obra de ficção baseada em Jorge Amado, é uma tradução
refeita e recorrente de que nada é essencialmente uma ficção. Tudo ao final se
baseia na realidade, quer seja histórica, quer seja do momento.
O grande balcão de
negócios que leva a prostituição (com todo respeito a tal profissão) da
política no patamar mais alto da nação é ao final um circo nos moldes de uma
novela.
O Presidente é rejeitado
por 94% da população e alguns afirmam que os outros 6% não devem ter entendido
a pergunta. Mas, não. Entenderam sim! É que eles (os 6%) fazem parte da
estrutura nuclear do que é mais danoso no ser humano, a partir da corrupção e
dos benefícios, agregando a hipocrisia, maldade e vaidade.
Alguém realmente
acredita no Presidente desta República? Você faria um negócio com o Presidente
da República? Você votaria nos deputados que sustentam o mandatário da nação,
após, renovadas e recorrentes rodadas de negociação? Aqui em nosso estado eles
são bem conhecidos e estão dentro dos principais sustentadores da chamada
“tropa de choque”. Mais um clichê atualíssimo.
Realmente a denúncia
contra o Dick não irá passar os muros da Câmara dos Deputados. O STF não
restará autorizado a dar seguimento ao que foi denunciado pelo Procurador-Geral
da República. E sabem por quê? Porque a verdade e os fatos comprovados não
interessam. O que realmente interessa é o nefasto, o desonesto e o
impublicável.
Neste circo; nesta
novela, os palhaços, todos sabemos, quem são.
NO FIM
É o fim mesmo.
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