A confusão, o
desmando ou a falta de comando que o país experimenta é algo gigantesco.
Ninguém se entende. O jogo está sendo muito duro. As instituições são testadas
a todo o momento e não conseguem responder. O Estado se curva e todos nos vemos
sem saber para onde correr.
O foco já foi quase
exclusivamente voltado à saúde. Todos diziam que a “saúde está falida”, o
sistema não absorve as necessidades, tornando este setor o que canalizava
maiores concentrações e ações.
Agora, o foco é,
além dela, a saúde, educação, segurança, presídios, judiciário, alimentos,
juros, relacionamentos, hierarquia, qualidade, ações, reações, omissões, etc.
Quando na casa não
há respeito, todos os cômodos são utilizados para o que se bem entender. No
Brasil está assim: como não há mais respeitos, as instituições enfraqueceram e
quem manda é outros criminosos, os que hipoteticamente ficam atrás das grades.
O pior é que a
realidade pavimenta um caminho em direção ao extremo; ao extremismo que uma
importante parcela aposta que é a saída, sem conhecer o mínimo que é o simples
direito de ter o direito de pensar assim. Talvez na condição extrema não exista
tal direito e nem mesmo a liberdade de pensar desta ou daquela forma.
Uma grande virtude é
o aprendizado vindo das experiências. Tal condição está lançada ao calabouço. O
caminho é pavimentado gradativamente e sistematicamente com o foco na “minha
luta”.
Que se construam
pontes ao invés de muros.
NO FIM
Todos sabem.
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