Em época de chuvas
de verão renascem dificuldades que não consigo superar. Uma delas é entrar no carro
com o guarda-chuva aberto. Sempre na tentativa de fechá-lo, com a porta aberta
e a água entrando por todos os lados as consequências são muitas. É tudo molhado:
camisa, calça, banco, direção, tapete, óculos, sem contar que não se acha um
lugar para fixar adequadamente o instrumento.
Têm situações
piores, eu sei. Parar na faixa de segurança e ficar olhando pelo retrovisor o
carro que se aproxima perigosamente e ao mesmo tempo você olha para frente e a
pessoa acaba de iniciar a travessia. É praticamente o caos.
Outra é aquela em
que dois carros atravessam a avenida um do lado do outro para que os motoristas
possam revisar todos os assuntos que provavelmente irão influir na bolsa de
valores ou, ao menos, determinar o aumento da taxa de emprego.
Ah, não posso
esquecer os que transitam exatamente a 2km/h do lado direito da pista. Esses
são impagáveis.
Agora, superar os
motoristas que se deslocam milimetricamente no meio das duas pistas, não dando
qualquer chance de ultrapassagem por qualquer dos lados, é o ápice da loucura.
Somando todos esses
fatores e quando percebo aos domingos que o congestionamento da sinaleira da Avenida
Afonso Pena chega perto da quadra do hospital, definitivamente operam-se pequenos
milagres (um conceito cristão para relaxar) pelo baixo número de acidentes.
Ponto positivo!
Amigos e amigas, o
melhor mesmo é a chuvinha no final do dia, especialmente num domingo, quando
tudo é alimentado pelo guarda-chuva e o ingresso no veículo. Nada vai nos
separar.
NO FIM
Venho homenageando
Hemingway desde o início do verão, com Mojito preparado e hortelã da nossa
horta.
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