Sérgio
Porto, ou Stanislaw Ponte Preta, certamente nunca duvidou da permanente
atualidade do seu samba. A certeza de que o Brasil nunca deixará - ao menos aos
olhos do timoneiro -, de ser um fértil terreno para “coisas sem sentido”, justifica tal indicação.
O que passa?
Exatamente,
mesmo, não posso dizer. Contudo, acho que a ordem é mais ou menos essa: o
presidente da câmara dos deputados, terceiro na linha sucessória ao cargo de
Presidente da República, é acusado fortemente de ser um corrupto incorrigível.
O Vice-Presidente da República, o segundo, jurista de renome nacional, em
tempos de informática, utiliza os métodos, guardadas as razões, proporções,
grandeza e sentido, do Presidente Getúlio Vargas (por favor, não estou
comparando pessoas, mas atos), e lança mão de uma carta, sim “a carta”!, para
fazer “beicinho” e colocar de vez areia nos olhos do Poder Central.
Os demais
ratos e ratazanas circulam embriagadas pelos porões, fomentando e disseminando
o caos, somente para tentar sorrirem por algo que as urnas lhe negaram. Estão
mais vivos do que nunca, do playboy ao empalhado, do banqueiro ao herói do
grão.
Acho que é
isso!
Mas tem
mais: alguns ainda soltam foguetes pela vitória de Maurício Macri na Argentina,
indicando que isso é uma vitória da “direita conservadora”. Sinto medo da
ignorância. O pior mesmo foi o ocorrido na Venezuela, onde a ditadura perdeu e
imediatamente reconheceu a derrota. Mas o que tem de pior nisso? Simples: a
repressão e estado autoritário reivindicado por alguns daqui é combatido pelos
mesmos gênios quando o assunto é a política na Venezuela. A derrota daqui é
perseguida no tapetão, enquanto lá, na ditadura, é reconhecida como legítima.
NO FIM
Existem
muito mais doidos.
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