Nada mudou e tudo
muda. Começa um novo ciclo, como outros já começaram ou ainda começarão cada um
seguindo sua orientação, lunar, solar, religiosa, de guerra ou de paz, mas o
fato, conforme bem traduziu Drummond, é a necessária sensação de recomeço, de que
algo novo trará o combustível para continuar.
Claro que tudo não passa de um sentimento. De um motivo
necessário de seguir em frente.
Mas o que seria a
vida sem ilusões? E por isso o fracionamento mantém sua importância invencível
de ser um dos principais elementos do oxigênio que chamamos “viver”.
ARTE DA CULINÁRIA
Em época de festas
oficializadas é sabido que além do aumento inimaginável na produção de lixo
caseiro, temos muitos que buscam uma apresentação culinária para que os
parentes sejam os julgadores, não chegando ao ponto de chamá-los de “cobaias”.
O Micka, que já se
apresentou diversas vezes e, portanto, conhecido além do seio familiar pelos
seus dotes culinários, conseguiu superar-se.
Dentre as iguarias
colocadas à mesa apresentou um filé recheado (tempero é segredo) rodeado por
massa folhada, não sem antes, com assistência do Ivens, lançar uma entrada com
o mesmo tempero (aquele do segredo) utilizado no filé para saboreá-lo junto a
torradas ou pães variados.
Confesso, para quem
pouco conhece além de lentilhas e do ortodoxo leitão (nunca consegui comer),
tudo somado ao arroz enfeitado, fiquei pasmado com a categoria dos
protagonistas.
Claro, não poderia
deixar de referir o árduo trabalho da Thaís (Carol não estava, mas no quesito,
e só no quesito, talvez não fizesse diferença), pois alguém teve que lavar tudo
e organizar a consequência do trabalho desenvolvido.
NO FIM
Meu Pai fez “sete
décadas” ontem (07 = 70), para quem vai meu forte e especial abraço.
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