Revi dois filmes: Na
Natureza Selvagem e Livre, mesmo que este último com pequenos espasmos do sono,
porém atualizado pontualmente pela Débora.
Filmes é como
livros, a cada nova inserção algo se revela. O Poderoso Chefão, por exemplo,
acho que já vi – todos – mais de vinte vezes e ainda enxergo algo que passou sem
a devida percepção. Claro, pode ser a idade ou a falta de algo, como “espaço intracraniano”,
mas sempre acontece.
Voltando, a busca do
encontro e da administração dos conflitos que teimam em nos visitar
recorrentemente é bem clara em ambos, com a conotação decisiva da participação
familiar ou de seu histórico como pano de fundo.
Somos aquilo que
vivemos. Nosso patrimônio interno é o resultado de tudo: do amor, da dor, da
ação, do repouso, das vitórias, das derrotas, dos conflitos, enfim de tudo
mesmo, que é liquidificado e o suco, que ao final é quem somos, ainda
provavelmente precise ser passado por um filtro. E neste pode represar muitos “resíduos”
que ao fim não são resíduos, mas exatamente a essência que ainda não conseguimos
administrar.
Alguns passam a vida
na dúvida entre o que ficou retido no filtro e o suco extraído. Tudo pode ser
verdadeiro, até mesmo a soma de ambos, mas a consequência nunca poderá ser atribuída
à peneira.
Os caminhos são a
busca e a busca é você.
NO FIM
Sempre preferi o de
laranja, apesar de não ter tanta certeza.
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