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terça-feira, 7 de julho de 2015

O POEMA SAGRADO




 

                            Dante ao escrever o seu poema sagrado, posteriormente batizado como a Divina Comédia, buscou no simbolismo do número “3” o balizador. A trilogia, o homem, razão e fé; inferno, purgatório e paraíso, enfim na Santíssima Trindade.

 

                            Símbolos dizem o que precisamos saber. E não digo somente pelos clássicos católicos ou pelas outras “Ordens” que têm neles, os símbolos, a exata dimensão do que é e do que deve ser.

 

                            Penso no simbolismo do que nunca vi. Ou vocês já visualizaram um carro forte seguir um cortejo fúnebre? Acho que não será possível sepultar tudo junto. Será?

 

                            Mesmo assim, percebo junto ao meu raciocínio - que não passa de mediano -, que a maioria ainda pensa que tudo seguirá junto, sem o desapego do que é material, onde o simbolismo importa pouco. Importante sim, para todos os efeitos, é o que eu consigo acumular na minha despensa, até para que o meu vizinho possa também enxergar. De quê adianta se não for assim?

 

                            Muitos não se dão conta que o carro forte poderá inclusive furar o pneu! Pois é!

 

                             Prefiro após isso tudo, explorar a indulgência materna das mulheres perspicazes, sobretudo àquelas que nadam nos mares com homens complicados. Às vezes nem tanto, mas ao menos eles pensam assim.

 

                            Voltando ao Dante, o orgulho e a vaidade talvez sejam os piores venenos. De ambos podemos retirar a vida, o caminho e a finalização de todo o ser humano. Aliás, como dito e reiterado, estes me assombram.

 

                            Viva as independentes, inclusive dos símbolos e de tudo que é amarrado determinadamente.

NO FIM

 
                            Esqueci do limbo. Mas, esta é outra história.

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