Dante ao escrever o
seu poema sagrado, posteriormente batizado como a Divina Comédia, buscou no simbolismo do número “3” o balizador. A
trilogia, o homem, razão e fé; inferno, purgatório e paraíso, enfim na
Santíssima Trindade.
Símbolos dizem o que
precisamos saber. E não digo somente pelos clássicos católicos ou pelas outras
“Ordens” que têm neles, os símbolos, a exata dimensão do que é e do que deve
ser.
Penso no simbolismo
do que nunca vi. Ou vocês já visualizaram um carro forte seguir um cortejo
fúnebre? Acho que não será possível sepultar tudo junto. Será?
Mesmo assim, percebo
junto ao meu raciocínio - que não passa de mediano -, que a maioria ainda pensa
que tudo seguirá junto, sem o desapego do que é material, onde o simbolismo
importa pouco. Importante sim, para todos os efeitos, é o que eu consigo
acumular na minha despensa, até para que o meu vizinho possa também enxergar.
De quê adianta se não for assim?
Muitos não se dão
conta que o carro forte poderá inclusive furar o pneu! Pois é!
Prefiro após isso tudo, explorar a indulgência
materna das mulheres perspicazes, sobretudo àquelas que nadam nos mares com
homens complicados. Às vezes nem tanto, mas ao menos eles pensam assim.
Voltando ao Dante, o
orgulho e a vaidade talvez sejam os piores venenos. De ambos podemos retirar a
vida, o caminho e a finalização de todo o ser humano. Aliás, como dito e
reiterado, estes me assombram.
Viva as
independentes, inclusive dos símbolos e de tudo que é amarrado
determinadamente.
NO
FIM
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