Toda ritualística
voltada ao descobrimento ou ao redescobrimento tem obrigatoriamente que vencer
a escuridão. Este lado sombrio, nebuloso, verdadeiramente sincero, é útil,
necessário e inevitável ao encontro.
Desamarrar os
monstros é mais fácil do que enfrentá-los.
Isso serve desde os
ensinamentos de Balzac, sendo tais, hoje, estendido às mulheres de quarenta,
inevitavelmente. Aliás, quarenta é o número. É definitivamente dele que se
desprendem o risco. Muito provavelmente pelo tempo, que se esvai. Mas, pode ser
pelo mesmo tempo que nasce.
Mas, se o tempo,
como disse Einstein, só existe no contexto biológico/psicológico ou a separação
entre passado, presente e futuro não passa de uma ilusão, do que vale Balzac e
os monstros presos?
Assunto para ser
diluído sob as mesas dos bares meio ruins.
PARABÉNS
Vai para a Folha do
Nordeste, que apesar do nome é de Lagoa Vermelha e do Rio Grande do Sul.
ABRAÇO
Para o colega,
amigo, conhecedor de cortes e assemelhados, Joel Muliterno, que desde sempre
tem o hábito de ler, além de Nietzsche, a Folha.
QUASE
NO FIM
Algo está se
movimentando no horizonte. Espero que não seja um terremoto em compasso de
ataque.
NO
FIM
Disse Chico: “você não gosta de mim, mas sua filha
gosta”.
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