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terça-feira, 26 de maio de 2015

SABEDORIA




 

                            Toda ritualística voltada ao descobrimento ou ao redescobrimento tem obrigatoriamente que vencer a escuridão. Este lado sombrio, nebuloso, verdadeiramente sincero, é útil, necessário e inevitável ao encontro.

 

                            Desamarrar os monstros é mais fácil do que enfrentá-los.

 

                            Isso serve desde os ensinamentos de Balzac, sendo tais, hoje, estendido às mulheres de quarenta, inevitavelmente. Aliás, quarenta é o número. É definitivamente dele que se desprendem o risco. Muito provavelmente pelo tempo, que se esvai. Mas, pode ser pelo mesmo tempo que nasce.

 

                            Mas, se o tempo, como disse Einstein, só existe no contexto biológico/psicológico ou a separação entre passado, presente e futuro não passa de uma ilusão, do que vale Balzac e os monstros presos?

 

                            Assunto para ser diluído sob as mesas dos bares meio ruins.

 

PARABÉNS

 

                            Vai para a Folha do Nordeste, que apesar do nome é de Lagoa Vermelha e do Rio Grande do Sul.

 

ABRAÇO

 

                            Para o colega, amigo, conhecedor de cortes e assemelhados, Joel Muliterno, que desde sempre tem o hábito de ler, além de Nietzsche, a Folha.

 

QUASE NO FIM

 

                            Algo está se movimentando no horizonte. Espero que não seja um terremoto em compasso de ataque.

 

NO FIM

 

                            Disse Chico: “você não gosta de mim, mas sua filha gosta”.

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