JUREMIR
Recebo
um telefonema do amigo Ademar convidando-me para participar do programa Lagoa
Debate, onde a pauta seria uma roda de conversa com o professor Juremir Machado
da Silva, Patrono da Feira do Livro.
Prontamente
aceitei, agradecido, pois seria a oportunidade de conversar com um grande
escritor e exímio polemista, predicados que nunca desprezei.
Encontramo-nos
no estúdio da rádio Lagoa FM, juntamente com o colega Paulo Sgarbossa e pudemos
desfrutar da franqueza, da simplicidade e especialmente do conhecimento do
professor Juremir, o qual gravitou sobre muitos assuntos que conhecidamente
fazem parte de seu cotidiano.
Falamos
e debatemos sobre bolsa-família (que para muitos foi criação do Lula), bolsa-rico, juros camaradas para determinada parcela da
população, juros desanimadores para os pobres mortais; Jango, sua história e
exumação que se avizinha; sobre sua predileção ao Clube do Povo; sobre ter
declinado (após oito indicações) de ter o seu nome para Patrono da Feira do
Livro de Porto Alegre, etc.
Todos
nos embebedamos com sua participação, seu conhecimento linear e sua coerência,
independente de concordância, discordância ou ratificações.
Somente
ficou faltando uma coisa: tempo. Pois tínhamos muito ainda o que falar, a prova
é que o próprio Juremir, ao final da conversa, disse: eu ficaria aqui
conversando com vocês por muito mais tempo, o quanto vocês quisessem.
Este é o
Juremir, um grande sujeito!
FEIRA DO LIVRO
Gostei
muito da “nossa” Feira do Livro (parabéns a todos), não somente pela pauta ou
pelos convidados, mas de uma maneira especialíssima pela participação
infanto-juvenil (ainda existe esta expressão?). Vi muitos jovens e muitas
crianças, alguns “perdidos”, mas certamente no caminho de que irá ali, bem
pertinho, se encontrar.
Viva a
feira e viva (m) os livros.
NO FIM
O
patrimônio que uma movimentação cultural deixa é algo imensurável.
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