Seguidores do Victor Hugo

Páginas

Total de visualizações de página

quinta-feira, 14 de novembro de 2013


O MEDÍOCRE

 

                            A mediocridade humana não tem limites. Experimento prova disso cotidianamente. O medíocre se manifesta, na maioria das vezes, achando que está “por cima”, que está “agradando”, mal sabendo que não ultrapassa os limites da sua insignificância. Talvez não, ele é sim significante, mas como medíocre e nada mais!

 

                            O medíocre é primo/irmão do imbecil e parente muito próximo do covarde. Aliás, quando numa só pessoa são agregados todos esses “predicados”, aí sim fica completo. Temos, de forma definitiva, o mais perfeito idiota.

 

                            O mais interessante é que o medíocre geralmente é fantoche, ao contrário do que ele mesmo pensa, sendo que, também por isso, é o que é, e nada mais.

 

                            O parentesco com a imbecilidade o faz um ser humano no pior de seu exemplar. Ele é exatamente tudo aquilo que é desprezível, descartável e sugere ao final o retorno da sociedade à época das cavernas. Possivelmente não, pois os homens das cavernas tinham a ruptura para evoluir como marco; na ultrapassagem de suas limitações como foco. O medíocre, contrariamente, não passa de um pseudoconhecedor de sua natureza, o que o torna verticalmente aquilo que é: um vácuo, um nada.

                             

                            Não são necessárias teorias - apesar do excelente O Homem Medíocre de José Ingenieros, para os perigos e as evidências do rebaixamento moral tão impregnado e tão recorrente.

 

                            A espécie cada vez mais sem rumo e dissociada do espírito coletivo, do suprimento de todos por todos, de uns pelos outros, porque o Idiota não navega somente em águas rasas.

 

NO FIM

 

                            Quanto eu estiver cantando não se aproxime.

Nenhum comentário: