TODAS AS
LUZES
Perseguindo a solidificação final de um
conflito, tanto pra um lado como para outro ou, de certa forma, se mantendo
convenientemente sobre o meio, encontrei sinais num improvável caminho.
Assistindo domingo, exatamente no período crítico de um dia
sempre ou ordinariamente crítico, um filme comum chamado As Palavras, em tradução literal, após passar por John Fante
(sugiro A Irmandade da Uva, apesar de
Pergunte ao Pó ser o clássico) veio o
que esperava: todos
fazem escolhas, o difícil é conviver com elas.
Em Crossroads ou na Encruzilhada onde se
cruzam duas ou mais ruas, estradas, caminhos, vidas, é exatamente onde as
maiores são feitas. As maiores e as menores, pouco importa.
PODER
Luc Ferry, lembrado esta semana por um
amigo, e por tal razão repito, disse que a sabedoria pode ser resumida na
seguinte frase: espere menos, lamente menos e ame mais.
Ou Hemingway no poder de síntese para
algo chocante: For sale: baby shoes,
never worn.
O
problema é quando se pensa tarde demais ou a mediocridade teima em preponderar,
mesmo sobre o óbvio.
Saudades do Monty Python e do Alberto
Roberto.
NO FIM
Quem não tem colírio usa óculos escuros.
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