POR QUE OS STONES NUNCA SERÃO BEATLES E MUITO MENOS LED
Falamos
todos dos anos 1960 e a partir deles de todo o resto do mundo.
Os
Rolling Stones, considerada uma das maiores banda de rock and roll, em sentido lato, de todos os tempos, essencialmente
pela sonoridade, capacidade de reinvenção e longevidade, nunca conseguiu, e
nunca conseguirá, alcançar os Beatles e, na minha modestíssima amadora opinião,
ficando mais longe ainda do Led Zeppelin.
Antes de
mais nada, para localizar, não se trata de qualquer censura ou mesmo
desconhecimento da qualidade extraordinária da banda e de suas influências. O
que se busca é uma avaliação geral, onde as regras sociológicas devem
preponderar.
Primeira
questão diz respeito ao Pai dos Stones, ou seja, os Beatles. Aliás, os Beatles,
inclusive, forneceram música para os Stones gravar no início de sua carreira,
sendo que o contrário não é verdadeiro. Tal fato, aparentemente irrelevante, é
balizador e sinalizador de quem é quem.
Segundo
diz respeito a formação das bandas. Enquanto os Beatles, e mesmo o Led, sempre
tiveram a mesma formação, do início ao fim (separação tornou insustentável a
existência de qualquer uma delas), os Stones alteraram seus componentes e sua
essência umbilical, sem que, evidentemente, a musicalidade fosse perdida,
contudo não é disso que o texto se trata.
Outro
aspecto importante, sobretudo em relação ao Led, é que vendeu, na época áurea
de todos no início dos anos 1970, confrontando com os Stones, uma quantidade de
discos infinitamente superior a estes, sem que a utilização de marketing ou de toda a espécie de mídia que os Stones
sempre mantiveram em alta. O Led, por exemplo, nem mesmo fazia (permitia) a
gravação de shows, sendo a raridade de somente dois, recentemente atualizada.
Ou seja,
sem desprezar todos e suas importâncias ao cenário musical, por diversos
aspectos, muitos nem elencados aqui, os Beatles e o Led Zeppelin sempre foram,
e sempre o serão, superiores a pedra que rola.
NO FIM
Opinião
de um amador, sujeito as chuvas e muitas trovoadas.
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