ESCOLHAS
Todos têm suas características,
sendo tal obviedade salutar e direcionadora para tudo aquilo que buscamos na
vida.
Será?
Quando se busca
construir uma casa, por exemplo, qual a parte dela que você se preocupa mais?
Sendo a sala, talvez você seja ou preserve ser um comunicador; sendo a cozinha,
você é, a partir de uma ou de um gourmet,
um apreciador da boa comida, antes de tudo; se você pensa no banheiro, o que
seria? Talvez um adepto a solidão que se manifesta dentro desta peça ou
apreciador dos elementos que conduzem todos a este lugar; quanto a área de
lazer, sendo este o lugar preferido, você se encaminha a troca de energia em
busca do sentido de tudo, sendo tal procedimento alimentado pelo ócio, que
nunca deixará de ser criativo; um escritório ou um gabinete, para aqueles que
não conseguem sair e estar junto a tudo e a todos, sem que não tenha ninguém
por ali. Enfim, qual o lugar da sua casa que você mais aprecia?
Eu, que estive já em
alguns lugares, já gravitei por algumas peças, hoje me fixei definitivamente
numa só: aquela que abrange todas que me fazem feliz.
Pensando sobre tal
prisma, busquei na ação de abrir portas, fechar janelas e deixar o espaço o
mais abrangente possível, fazer algumas interpretações.
A principal foi de
que procurei buscar na retirada do muro
balizador qualquer resistência ao novo e ao socializar. Parece fácil, mas
posso garantir que não é.
Quero poder manter
todas as paredes abertas, com todas as peças resumidas a uma só, para que ao
fim tudo não passe de uma forma para que seja buscado o possível visando a, mesmo
efêmera, felicidade.
A busca será
incessante e talvez ingrata. Mas, por todos, devemos sim tentar.
NO FIM
Muita água gelada e
os cuidados necessários neste carnaval.
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