A NOVIDADE
Em época de
circunstâncias, onde uma generosa parcela utiliza indumentária como “prato principal”,
notadamente para o acesso aos espaços destinados ao mesmo fim, os lúdicos se
apresentam definitivamente.
Tudo se estabelece.
A forma é a mesma, com pequenos detalhes. Os passos tentam se encontrar, porque
a vida é assim e para ela, especialmente em respeito dela, os limites superam
um pequeno cercado dentro de um conjunto maior.
Nada supera a
alegria de todos, sobretudo daqueles que são alegres pelo momento e para o
momento.
Tudo sempre foi
assim. Haverá de continuar.
A GUERRA
Claro que, para o
aqui e para o agora, é literal. A disputa não passará das canchas, do fazer o
melhor, ou talvez somente o bonito, pois impressionar nunca passa da
manifestação íntima com respingos necessariamente público do egocentrismo.
A excitação é
contagiante e, somente por isso, tudo deve ser dito naturalmente, com respeito
e pequenas reverências.
JUNTOS
Quando a novidade era
a guerra o paradoxo não é entre o feliz poeta e o esfomeado, porque tudo junto
é a tradução exata daquilo que é vendido em relação aquilo que pode ser
comprado.
Não sei, só sei que
é assim!
NO FIM
Todos, ou
quase, com as calças típicas abotoadas
no tornozelo.
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