A produção de jogadores no Internacional é uma constante e já faz parte da história futebolística. Agora, a lapidação desta produção e o seu refino fez nascer, após, Nilmar, Pato, entre outros, um fenômeno: Leandro The Killer Damião.
Damião é a essência do produtor. É a sua obra prima. É o último estágio. Não há como aprimorar mais. Tudo chegou ao ápice.
Não há quem não goste de Damião. Pode haver algum invejoso, daqueles que nunca terão algo parecido em seus clubes. Esses não contam. Além de um jogador extraordinário é “gente boa”. Humilde, não está preocupado se o penteado vai desarrumar, porque seu foco é fazer gols, em todo mundo, de todas as formas e jeitos e em todos os jogos, sempre com uma especial homenagem ao seu pai.
É o maior fenômeno do futebol brasileiro após Ronaldo. Tanto é verdadeiro isso, que o próprio Ronaldo está em busca de uma parceria com o “novo fenômeno”. Antevê, como fazia nos campos, que Damião é produto raro, é uma verdadeira e comprovada exceção.
A cada novo jogo o repertório de Damião é aumentado. Os gols sempre surgem, podendo ser num simples chute, passando por uma bicicleta, por uma lambreta, de cabeça, com qualquer um dos pés, enfim Damião é inesgotável.
Definitivamente o Internacional é o maior clube da década. Além do maior vencedor, consegue, lutando contra o poderio econômico do centro do país, produzir e manter um verdadeiro craque, no campo e fora dele.
A única certeza é que Damião não pertence mais só ao Internacional, pois é “do mundo”. Todos querem vê-lo e que ele esteja ao seu lado.
Senhoras e senhores, e aos invejosos de plantão, surge um fenômeno: Damião The Killer.
NO FIM
Quanto vale o maior artilheiro da atualidade? Para mim o valor é inestimável, porque Damião “não tem preço”.
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