PAPAGAIO
Só para não dizer
que não falei das flores, o melhor mesmo foi a (tentativa de) explicação
daqueles que se postaram oportunisticamente perto ou mesmo ao lado do Dick na
posse; apareceram em todas as mídias; desfrutaram do “prestígio”, e agora
tiveram que dizer, mais ou menos assim: eu não sabia que o cidadão era o que é!
Sabia sim! Mas não tive culpa, eu votei, em quem mesmo?
O SACO E A
FARINHA
Um adágio popular como
forma de generalização é dizer: farinha do mesmo saco! Na política brasileira,
de modo geral, não está mais importando a farinha ou mesmo o saco. A produção
de farinha, e de sacos, é única. A lama atinge todos, assustadoramente.
Enquanto uns atingem os outros e os outros atingem aos uns (coxinha x esquerda
caviar) a coisa caminha perigosamente para a consolidação do ajeite como
resolução institucional.
Sabe o que pior: em
consequência do resíduo de tudo o que efetivamente aconteceu desde o ano
passado; das lesões graves experimentadas por nossa democracia, quase não resta
solução senão uma “gambiarra”, até mesmo jurídica, para uma quase desesperada
tentativa de algo de bom realmente aconteça e pessoas com alguma boa intenção
estejam à frente disso tudo.
O que penso: não vai
acontecer. Sai o Dick, entra um associado; não entra o associado, entra o do
outro. Que coisa!
E o pior é que a
farinha teve épocas que até manteve uma regularidade interessante. Pães, roscas
e bolos de outras épocas pareciam mais palatáveis. Ou é impressão?
GUTO
Agora não tem volta:
é Guto Ferreira! Precisávamos mesmo alguém do peso do Guto para encarar os
meandros e as nuances desta empreitada que fomos metidos. Dá-lhe Guto! Vamos
Colorado!
NO FIM
São praticamente
todos iguais ou pardos.
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