Em idas e vindas
todo o cuidado é pouco. A preocupação maior, disse um sábio, deve ser quando se
deve (ou não) baixar os faróis.
Na lição, Einstein,
contrapondo Newton, afirmou: “a diferença
entre passado, presente e futuro é apenas uma persistente ilusão…”. Ou seja, o
passado foi presente que foi futuro que um dia se tornou passado. Nossa!
Sabemos
que para os físicos a repartição do tempo não existe. Aliás, considerando a
velocidade da luz como “ponto zero”, qualquer ação em movimento faz com que o
tempo passe mais devagar, mesmo que tal constatação seja tão ínfima que pareça
ilusória também.
Portanto,
se bem entendi, a velocidade imprimida, além de retirar o “tempo do tempo”
levará a “ganhar tempo” sobre o tempo biológico da inércia. Agora sim, me
perdi!
O
fato é que, diante disso, efetivamente não haverá o tempo e, portanto, a
tripartição entre passado, presente e futuro. Tudo não passa, ao final, da
grande dita ilusão.
De
tais premissas, chego a uma conclusão e um encaminhamento: se a inércia leva a
“perder tempo”, precisamos nos mexer; e encaminho a questão para aqueles que,
de alguma forma, lutam para justificar que o ócio traz o ganho. Digo, somente,
e acalmem-se, quanto ao tempo. Porque sei que poucas coisas são mais prazerosas
que uma rede na varanda.
Mas
tudo vale pouco, pois o foco são os faróis baixos na encruzilhada. Quando
usá-los?
NO FIM
Não
tenho mais tempo, mas tenho muito tempo.
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