A sabedoria popular
ensina: se ganha a corrida no atá-la. Muito provavelmente não seja tudo isso ou
sempre tudo isso, mas que o primeiro ato baliza os seguintes, para um lado ou
para outro, disso não tenho dúvidas.
O problema é que as
escolhas sempre são muito difíceis. Ao lado delas caminham as renúncias, as
quais teimam em nos incomodar cada vez mais. O verbo incomodar talvez não seja
o mais apropriado. Mas, seguramente, um importante desconforto surge quando a
escolha é posta à mesa. Afunila ainda mais quando temos certeza de que no ato
precisamos analisar todas as consequências e assim optar, e acertar, para que
lado será a saída.
A vida é uma
constante escolha. As pessoas são nossas escolhas; escolher é um exercício
pleno da consciência. Não gostaria mais de escolher.
POR
QUE A SEGUNDA XÍCARA DE CAFÉ NUNCA É IGUAL A PRIMEIRA?
Não sei.
Definitivamente não sei se acontece só comigo. A primeira xícara de café é
saborosa, quente e forte. A segunda, mesmo que bebida com idêntico entusiasmo,
nunca se manifesta igual.
Confesso que nunca
entendi tal lógica (mesmo que só minha). Será que o fato é estendido aos contornos
de nosso cotidiano? Mas qual o motivo do fenômeno não se manifestar com o chá?
São muitas dúvidas,
as quais por certo não passam somente pela mão do barísta, mesmo que clássico.
Provavelmente
seja porque simplesmente não gosto muito de café!
Do que é feito o
pensamento?
NO
FIM
Já foi dito: abraços
aos meus vizinhos que estão sempre ao meu lado.
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