Em meio aos ratos,
está sendo discutida no Congresso Nacional a tão falada, aguardada e pouco
confiada, reforma política. Tudo segue no compasso do “vai e vem”. Eu estico a
corda aqui e você libera um pouco ai. Nada de novidade. As caravelas que o
digam.
Mas, hoje, por aqui,
o que interessa especificamente é o vai e vem local. Evidente que a forma e os
procedimentos, dentro do sistema enraizado, seguem na mesma batida. Contudo,
talvez seja o momento (e tento ser um timoneiro de mim mesmo), de revisar
alguns “carreiros”. De pensar, mas pensar bem, no que poderá efetivamente ser
decisivo e, por consequência, alentador. Imaginar que tudo pode ser melhor e
buscar ao fim nada mais do que a paz.
Pois bem, dentro de
tal perspectiva as peças começam a se mover na grande Lagoa Vermelha. E tal
movimento deve ser analisado pontualmente, a partir de duas simples indagações
(com o perdão da simplificação e da pretensão): a) quem são os personagens que
insistem em “jogar de mão”; e b) e qual o patrimônio eleitoral destas pessoas.
Quanto aos
personagens que insistem em gravitar por todos os lados, a partir de respaldos,
quer seja por insistência, puxa-saquismo ou por interesses diversos
(problemão), e requentar posicionamentos, até se fazendo de humildes e
altruístas, trazem consigo a entranha do perigo.
Já aqueles que o
histórico não recomenta (tem ISO 9000, 14000, etc., para políticos?) - apesar
de que todos merecem e têm o direito a uma segunda chance -, deve ser analisado
se já não estão na milésima “aparição” e estão fazendo a mesma coisa e rodeados
pelas mesmas pessoas.
Senhores, o momento
é sim, perdoem-me mais uma vez, de buscamos o novo. De ser concedida a
possibilidade de alguém se apresentar. Não de preencher o mesmo álbum com as
mesmas figurinhas, repetidas. Vamos em frente!
Quase ao final
lembrei-me de Maquiavel, pois ser temido é muito melhor, e por isso mais
seguro, do que ser amado.
NO
FIM
Poderá faltar queijo,
aqui também.
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