Seguidores do Victor Hugo

Páginas

Total de visualizações de página

terça-feira, 7 de abril de 2015

AUXÍLIOS




 

                            Não tenho absolutamente nada contra (ou a favor) aos valores de vencimento, vencimentos ou subsídios de funcionários públicos. Tudo, seguindo os princípios insculpidos na Constituição Federal e as regras definidoras, deve retratar o que está ou foi definido pelas normas.

 

                            Apesar de ainda carecer de um (mínimo) enfrentamento colegiado sobre a sua constitucionalidade, o auxílio-moradia aos juízes causa espanto, especialmente quando é explicado, senão vejamos o que disse o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador José Roberto Nalini:

 

                            Esse auxílio-moradia na verdade disfarça um aumento do subsídio que está defasado há muito tempo. Hoje, aparentemente o juiz brasileiro ganha bem, mas ele tem 27% de desconto de Imposto de Renda, ele tem que pagar plano de saúde, ele tem que comprar terno, não dá para ir toda hora a Miami comprar terno, que cada dia da semana ele tem que usar um terno diferente, ele tem que usar uma camisa razoável, um sapato decente, ele tem que ter um carro”.

                           

                            Como sou ingênuo sempre, não entendi: se o auxílio-moradia “disfarça” um aumento do subsídio, isso não é ilegal? É moral? Ainda, não são todos os brasileiros que devem pagar, entre outros, o imposto de renda? Plano de saúde?

 

                            Agora, quanto a comprar terno em Miami, toda hora, talvez seja porque lá os “ternos são mais baratos”. Confesso que não entendi!

 

                            Também ainda não consegui entender como alguém pode receber auxílio-moradia quando tem casa própria? E quando um juiz é casado com uma juíza e residem na mesma casa, são dois auxílios-moradia?  E quanto o magistrado (a) está aposentado?

 

                            Enfim, estou com muitas dúvidas, especialmente após o que disse o desembargador.

 

NO FIM

 

                            Vamos em frente.

Nenhum comentário: