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sexta-feira, 18 de julho de 2014

O SENHOR DAS MOSCAS




 

                            Já faz algum tempo que tenho contato com a obra do inglês William Golding (Nobel de Literatura de 1983), sobretudo o clássico “O Senhor das Moscas”.

 

                            Agora, revirando alguns livros, olhando tantos outros, buscando descansar da roda viva, novamente cai em minhas mãos esta obra extraordinária a qual tenho a sensação que nunca deixou de me acompanhar.

 

                            Golding, baseado na fábula de Ballantyne, porém caminhando em outro sentido, “combate” a tese de Rousseau de que os homens são bons por natureza, sendo que o meio os contamina. Ou seja, não há, para Golding, o chamado “bom selvagem”, pois não seria a organização social que moldaria a nossa natureza, porque “a cobiça e a arrogância” é a base da conduta do ser humano, independente do meio em que ele vive.

 

                            Portanto, segundo os ensinamentos extraídos deste fantástico livro, a ética é a base social e não o sistema político que regulará o sentimento e a razão humana, ou como diz Golding: “Os defeitos da sociedade acompanham os da natureza humana”.

 

                            Tudo isso é muito grande e somente um Brunello poderia ajudar a decifrar os pontos que caminham e conduzem a sinapse.

 

O FINAL

 

                            Terminada a Copa do Mundo ficou a certeza de que o Brasil ultrapassou as desconfianças e conseguiu organizar o evento de maneira mais do que aceitável.

 

                            O que fica, especialmente, é a garantia de que, provada a capacidade, a evolução virá em consequência.

 

NO FIM

 

                            Aguardaremos os próximos capítulos.                                           

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