Já faz
algum tempo que tenho contato com a obra do inglês William Golding (Nobel de
Literatura de 1983), sobretudo o clássico “O Senhor das Moscas”.
Agora,
revirando alguns livros, olhando tantos outros, buscando descansar da roda
viva, novamente cai em minhas mãos esta obra extraordinária a qual tenho a
sensação que nunca deixou de me acompanhar.
Golding,
baseado na fábula de Ballantyne, porém caminhando em outro sentido, “combate” a
tese de Rousseau de que os homens são bons por natureza, sendo que o meio os
contamina. Ou seja, não há, para Golding, o chamado “bom selvagem”, pois não
seria a organização social que moldaria a nossa natureza, porque “a cobiça e a
arrogância” é a base da conduta do ser humano, independente do meio em que ele
vive.
Portanto,
segundo os ensinamentos extraídos deste fantástico livro, a ética é a base
social e não o sistema político que regulará o sentimento e a razão humana, ou
como diz Golding: “Os defeitos da sociedade acompanham os da natureza humana”.
Tudo
isso é muito grande e somente um Brunello poderia ajudar a decifrar os pontos
que caminham e conduzem a sinapse.
O FINAL
Terminada
a Copa do Mundo ficou a certeza de que o Brasil ultrapassou as desconfianças e
conseguiu organizar o evento de maneira mais do que aceitável.
O que
fica, especialmente, é a garantia de que, provada a capacidade, a evolução virá
em consequência.
NO FIM
Aguardaremos
os próximos capítulos.
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