Definitivamente o
mais inteligente de todos partícipes do governo federal é o general Mourão. Até
agora, pelo menos.
Assumiu a
presidência em duas oportunidades. Foi respeitoso com a imprensa; não disse
bobagens, como estamos acostumados a ouvir e ler diariamente em matérias que
envolve o governo e pelo governo; não bateu de frente ou se indispôs com
ninguém. E ainda, como cereja do bolo, fez declarações amistosas, de cunho
pacificador, inclusive em relação aos seus adversários políticos.
Ou seja, o Mourão
pavimentou o seu terreno de maneira sensata, fez o seu comercial e
articuladamente, com luzes, deixa a impressão, mesmo que tudo não seja
realmente verdade, de que poderá ser um instrumento pacificador neste
verdadeiro lamaçal.
Por tal forma de proceder,
inverso de tudo o que se apresentou até então, foi elogiado e como efeito
colateral causou ciúmes nos truculentos e raivosos pares.
Mesmo nos bastidores
e silenciosamente já há um processo de fritura do vice-presidente. Isso já é
notado. Ele sabe disso. Mas ele é malandro.
Mourão vende sua
imagem de pessoa sensata. Como nenhum outro consegue assim aparecer, quem
aparece é ele. E nessa surfa como um profissional.
Já viram Mourão
fazer “arminha” ou bater letras em redes sociais? Já foi dito pelo poeta:
malandro é malandro e mané é mané.
Até agora esses
personagens já estão bem definidos, dentro do nosocômio, na ala psiquiátrica,
que esse território continental está concentrado.
NO FIM
Se não frearem, ele
passa por cima.
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