A partir de uma ação
profissional, técnica, preparada em detalhes, inteligente e cirúrgica, todos os
meninos, junto com o professor, foram retirados com vida de uma caverna na
Tailândia.
O mundo inteiro
estava angustiado. Não se tinha qualquer certeza. Poderia dar certo, como deu;
porém igualmente havia o risco de que tudo resultasse em tragédia.
Tudo foi realizado
com discrição. As informações durante o resgate nunca eram precisas. Definida a
estratégia foi seguida, sem alarde ou espetáculo midiático. Deu tudo certo.
Parabéns!
HABEAS PARA LULA
Deixando a conversa
de bar e as manifestações em geral, sob todos os prismas, quer seja ideológico,
terrorista ou de ódio, de lado, o fato é que ocorreu uma sucessão lamentável e
um espetáculo onde o judiciário se apresentou como infeliz protagonista.
É definitivamente
surpreendente o desrespeito a decisão de um juiz de plantão, o qual, para todos
os efeitos, naquele momento é o próprio tribunal. Se a decisão está certa ou
errada, considerando o entendimento de qualquer interessado processualmente, o
caminho é pura e simplesmente um recurso, como acontece diuturnamente nas lides
forense.
E aqui não s trata de reconhecer ou concordar com a decisão
tomada no mérito. O fato é que uma decisão e por isso deve ser cumprida
enquanto não seja eventualmente reformada. O sistema é assim e o é, ou ao menos
deve ser, para todos.
Mas o nosso trem
desgovernado atinge até instituições que outrora pareciam imunes a determinadas
situações.
O Estado Democrático
de Direito está sangrando.
NO FIM
Teratológico é o que
se transformou este país.
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