NO JARDIM
Do amigo e confrade
Joel Muliterno recebi um texto que fora extraído de um periódico de grande
circulação. Nele, sob o título “A psicanálise no parque”, muito foi explorado.
Destaco o amor, a angústia, a prisão, os medos e ao final a busca de um
equilíbrio para todos esses tormentos.
O ser humano é algo
por demais complexo. Não há solução mágica ou única para definir e “solucionar”
seus grandes conflitos. Há sim quase um padrão. Porém dentro deste há diversas
nuances que fará surgir outro subpadrão, e outro, e outro. Talvez nem o
fracionamento do átomo alcance o número de calabouços que uma cabeça pode manter.
Descobrir a origem
dos medos, por exemplo, é atingir uma espécie de anestésico. Mas descobrir a
origem de “todos” eles, é uma missão inatingível. Desta nascerão outras que
levarão a todos caminhos não sonhados na origem.
Talvez no jardim
possamos buscar algumas respostas.
“SEU CELSINHO”
Faleceu na semana
que passou o senhor Celso Lobo ou “seu Celsinho” como a maioria conhecia e se
referia. Grande pessoa, querida e respeitada por toda a comunidade.
Lembro, ainda
pequenino, das farmácias “Pop e Avenida” que fizeram parte de minha infância e
do imaginário de todos nós que residíamos ali, naquelas quadras. Lembro também
de “seu Celsinho” nos agraciando com sua refinada educação e seus cumprimentos
sempre regados de simpatia e bom humor. Não esqueceremos.
Sentimentos aos
seus.
NO FIM
Boas festas!
Nenhum comentário:
Postar um comentário