Nosso tradicional
(ou seria cultural, Eduardo?) encontro mensal ocorreu mais uma vez na
residência do dr. Joel. A ritualística seguiu seu termo: degustação preliminar
de cachaças premiadas, especialmente vindas do estado da Paraíba (agradecemos
ao Marcelo), passando pelos vinhos a partir do encontro e dos gostos de cada um
dos confrades.
Como sempre, dona
Márcia, que fica nos bastidores, nos agraciou com seu extraordinário arroz, além
de uma pimenta em conserva - que estava no ponto -, e saladas variadas, sem
esquecer, da moranga caramelada que fornece, a todos aqueles que apreciam a
simbiose doce/salgado, uma iguaria singular.
O discípulo
apresentou um churrasco no padrão de sempre, evidentemente sob a batuta do
patrão, que sistematicamente fazia às honras litúrgicas do revisor num
colegiado judicial.
Aliás, do
tradicional, do cultural, do litúrgico, gravitamos em terrenos amenos e outros
nem tanto. Observações pontuais foram à tônica. Falamos de administração
pública, de futebol, de saudade, de música, de profissão, mas a grande estrela
sempre foi o vinho, apesar do dr. Aldoir fazer a sua referência de que um dia
aprenderá com a degustação.
Claro, como em todas
as situações e pela situação ser criada para tanto, não faltaram àquelas
manifestações com barulho de pequenas, mas sinceras vaias, quando um colega
traz o nosso encontro um vinho que não traduz um padrão mediano a que nos
propusemos a enfrentar.
Claro que nada passa
de uma brincadeira de dizer verdades, condição que, esperamos todos,
estimulará, nas próximas, só para contrariar, que o vinho trazido por este
confrade estourará todos os padrões de qualidade e teremos que reformular
alguns conceitos já quase estabelecidos.
Por isso mesmo que a
vida deve ser (ou tentar) dirigida ou conduzida com leveza e no mais possível
com a certeza de que tais momentos são o seu mais precioso combustível.
NO FIM
A foto nos
engradece.
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