Sou do tempo em que
os bichos não tinham lugar dentro de casa. Pessoas na casa, animais no
pátio. Era assim e não havia negociação.
Sempre, é importante
dizer, tive em minha casa ou na dos meus pais, na dos meus filhos, a presença
de bichos. Cachorros, em sua maioria. Lembro em especial dos momentos em que
escolhíamos os nomes: passamos pela fase política, dos atores e atrizes, dos
nomes comuns, do hoje grande Zé Colméia, e até por astros de rock, como o
imponente Led Zeppelin que reside na capital do estado.
Nunca tive dúvida do
valor e da importância dos animais para a convivência humana. Nós pensamos,
eles agem por instinto. A simbiose rege tudo. É muito importante.
Sem atropelar os
limites da convivência, salutar, saudável, onde cada um ocupa o seu espaço, o
episódio da morte daquele tigre em evento preparatório para as Olimpíadas é de
uma maldade e de um despreparo sem tamanho.
Tirar o animal de
seu habitat; utilizá-lo para valorizar uma ação e, por erro estratégico ou
amadorismo selvagem, perdoem o trocadilho, perder o controle e resolver tudo
com a morte, está mais para as “olimpiadas do Pateta” do que para promoção do
evento mundial.
Pobre povo
brasileiro.
MITO
Falando em podridão,
o mito, aquele deputado que faz apologia ao estupro, virou réu! E agora? Bandido
bom é bandido morto? Ou, face às circunstâncias, agora devemos respeitar a
Constituição?
NO FIM
O odor é forte.
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