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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

QUARENTA




 

                           

                            Lembrei-me do Raul: depois do carnaval a carne é algo mortal! Estamos em “tempo de quaresma” como dizem os cristãos, se referindo ao período que antecede a páscoa. Aliás, o quarenta tem um grande simbolismo, como sempre ensina o Nei. Ou seja, tudo gira, no momento, antes do quarenta e quatro, que chega em menos de dois meses.

 

                            Mas também há os quarenta ladrões. Deixa pra lá!

 

RODEIO

 

                            Como sempre uma festa bonita, organizada e voltada à confraternização. O problema, que deve ser enfrentado, e aqui uma simples sugestão, com muita delicadeza, é a soma do valor cobrado pelo ingresso, ao preço do doce, ao preço do lanche, considerando que a maioria se trata de famílias, que se utilizam inclusive do transporte público para o deslocamento.

 

                            A festa é (ou deve ser) do povo, para o povo, mesmo sabendo que tudo isso é complicado de administrar, sobretudo pelo valor de tudo e pela conjuntura do espetáculo.

 

                            Mas, talvez, com carinho algo possa ser feito, especialmente ou somente para todos os pequenos.

 

CARNAVAL

 

                            Já foi dito, e repetido, que no carnaval vale quase tudo, inclusive usar vestes, utilizar de trejeitos e se comportar como o “outro”, inclusive do sexo oposto.

 

                            Nada de excepcional ou original.

 

                            O que deve ser, e parece que o foi, é um compartilhamento natural, para muitos necessários, entre humanos, nada obstante, especialmente em outros tempos (e agora), tal requisito ser muito difícil de visualização.

 

NO FIM

 

                            O maior espetáculo da terra! Duvido!

 

                           

 

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