Lembrei-me
do Raul: depois do carnaval a carne é algo mortal! Estamos em “tempo de
quaresma” como dizem os cristãos, se referindo ao período que antecede a
páscoa. Aliás, o quarenta tem um grande simbolismo, como sempre ensina o Nei.
Ou seja, tudo gira, no momento, antes do quarenta e quatro, que chega em menos
de dois meses.
Mas
também há os quarenta ladrões. Deixa pra lá!
RODEIO
Como
sempre uma festa bonita, organizada e voltada à confraternização. O problema,
que deve ser enfrentado, e aqui uma simples sugestão, com muita delicadeza, é a
soma do valor cobrado pelo ingresso, ao preço do doce, ao preço do lanche,
considerando que a maioria se trata de famílias, que se utilizam inclusive do
transporte público para o deslocamento.
A festa
é (ou deve ser) do povo, para o povo, mesmo sabendo que tudo isso é complicado
de administrar, sobretudo pelo valor de tudo e pela conjuntura do espetáculo.
Mas,
talvez, com carinho algo possa ser feito, especialmente ou somente para todos
os pequenos.
CARNAVAL
Já foi
dito, e repetido, que no carnaval vale quase tudo, inclusive usar vestes, utilizar
de trejeitos e se comportar como o “outro”, inclusive do sexo oposto.
Nada de
excepcional ou original.
O que
deve ser, e parece que o foi, é um compartilhamento natural, para muitos
necessários, entre humanos, nada obstante, especialmente em outros tempos (e
agora), tal requisito ser muito difícil de visualização.
NO FIM
O maior
espetáculo da terra! Duvido!
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