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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O TEMPO (DE NOVO)




 

                            Além do ser humano o tempo é igualmente algo que realmente me intriga. Já disse Einstein que o “tempo não existe!”. Ou que o “tempo é uma simples e mera ilusão”.

 

                            Pensei, só com os meus botões: se o tempo é relativo, se ele definitivamente não existe, então não há como “perder tempo” (!).

 

                            Deixando as brincadeiras e as conversas de bar para depois, a prova da teoria de Einstein somente aconteceu com a pesquisa de campo do astrofísico britânico Arthur Eddington, realizada em São Tomé e Príncipe na África. Porém, a prova conclusiva quanto a teoria respectiva somente ocorreu, conta a história, considerando que o trabalho fotográfico na África, em virtude do tempo, não foi satisfatório, na cidade de Sobral no Brasil!

 

                            Portanto a Teoria da Relatividade, aquela mesmo que indica a inexistência do tempo ou de que o mesmo é relativo, teve sua prova acadêmica em estudo de campo realizado onde? No Brasil! Para alguns, dizem por ai, que até por Lagoa Vermelha passou o estudo. Talvez por isso que tenhamos por aqui muitos cientistas. Aliás, percebo que cada vez mais surgem artistas, digo cientistas, em nosso meio. Mas, isso é outro papo!

 

                            Quanto sob tal análise constato que Isaac Newton teve sua teoria contestada por Einstein, com ajuda de Eddington, a partir de estudos de campo realizados em Sobral no Brasil, entendo o motivo pelo qual o tempo por aqui (em particular) efetivamente não existe.

 

                            Portanto, não se preocupe em “perder ou não tempo”, porque este apesar de parecer não está entre nós. Fácil não é?

 

                            Mas, é “tempo” de alegria e, como dito, a tristeza nem pode pensar em chegar. É carnaval!

 

                            Aliás, o carnaval também faz parte da Teoria da Relatividade. A prova está no desaparecimento real do tempo, entre o que é lançado, absorvido, ingerido, degustado e, ao final, contado pelas rodas de costura.

 

NO FIM

 

                            Viva a festa e seu tempo.

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