TENTATIVAS
Qual é o
fim de tudo? A felicidade? O bem comum?
A paz social? A PEC 37? A “cura gay”? Jogar pra torcida? Ser bom ou mau? A
Verdade? Qual é definitivamente o fim de tudo?
Escrevi,
não faz muito, uma coluna com o título “Liberdade,
mas com camisinha”, onde fiz algumas observações sobre a falta de motivo e
estímulo para que a juventude, especialmente, voltasse à luta; que hoje ela, a
juventude, recebia o leite misturado com o chocolate; que não havia razão para
fazer mais nada.
O palito
de fósforo que marcou uma variante neste gráfico foi à luta dos estudantes de
Porto Alegre pela redução do valor da passagem de ônibus. O resto, bom o resto
todo mundo conhece.
Mudei um
pouco o foco da preocupação: os oportunistas de plantão estão a cada dia com as
unhas mais compridas. Aparecem como salvadores e protagonistas de algo que até
então permaneciam inertes e omissos.
Por
isso, notadamente em razão disso, tenhamos muito cuidado com os “salvadores da
pátria”, aqueles que se aproveitam da onda para surfar sem desequilíbrio.
ALEGRIA
O povo
esteve alegre com a conquista da seleção brasileira. Porém, o mais importante
de tudo, foi que o mesmo não esmoreceu, não se viu contaminado pela efêmera
alegria, como ocorrido outrora, enquanto a equipe conquistava a copa do mundo,
os porões da ditadura recebiam cada vez mais “clientes”.
Os
tempos são outros, devemos reconhecer também este aspecto.
A MUDANÇA
Quando a
câmara dos deputados voltou, quase unanimemente, pela rejeição da PEC 37, pela
forma e circunstâncias, sem que ao menos grande parte das pessoas soubessem do
que se tratava, onde se inclui os próprio parlamentares, feriu a cidadania.
Quanto você se der conta do que definitivamente representa esta decisão, espero
que não seja tarde demais.
NO FIM
A dinâmica
poderá determinar a queda.
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