COLAPSO SOCIAL
Após todos
os movimentos, manifestações, marchas, ocupações, depredações, avanços, recuos,
votações açodadas, o grande impacto social sentido foi o fechamento do bar e
restaurante Oro, também conhecido por Nova Bréscia, no centro da cidade de
Lagoa Vermelha.
A população está sim impactada. Encontra-se
fechado o local das grandes discussões, que vai da temperatura e qualidade do
café lá servido até a física quântica, a quintessência, a espionagem, ou mesmo
sobre os problemas que assolam e angustiam o ser humano.
Vejo
pessoas circulando defronte ao estabelecimento, também junto a praça,
desconfortadas, sabedoras de que vivem um momento ímpar, especial, sobre o qual
deverá gerar muitos comentários e desdobramentos.
Algo
precisa ser feito. É necessário que o bar/restaurante seja aberto
imediatamente. Não há como prever as consequências do fechamento por muito mais
tempo, os frequentadores estão em seu limite.
O fato,
digo com segurança, é muito grave, só faltando agora fechar o Bar Viali ou a
Igreja Matriz. Bom, isso acontecendo teremos problemas.
Abra,
Oro!
JOGADORES
Jantando
com o Divino e o Véinho, também
conhecidos como Mauro e Osmar Schmidt, relembraram uma das escalações do Grande
Estudantil, de 1962: Antoninho Rech, Fernandes Nicolodi, Chilo, Décio Pedroti e
Erotildes; Mauro Schmidt, Walter Muliterno e Ticão; Jair, Vicente Vech e
Milton. Técnico Adonis Vassali, menager
Beto Berthier, massagista “seu” Rubens e concentração na propriedade de Romi Melo.
Todos
disseram que se tratava de uma extraordinária equipe de futebol, condição de
expressa ressonância e não é surpresa para quem conheceu.
Bons
tempos!
NO FIM
Os
maiores míopes que conheci e conheço nunca tiveram “problema de visão”.
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