DUNGA
Tudo
poderá ser dito, menos que Dunga não terá o comando do espetáculo. Que será um
treinador condescendente com a bagunça e a falta de ação.
Dunga
possui suas convicções e leva-as até o fim, sem sair do trilho. Têm seus
objetivos bem traçados e acredita neles, sendo tal virtude que o levou a ser,
em média e pelos resultados, o maior vencedor de jogos e torneios, quando
treinador da seleção brasileira.
Aliás,
seleção brasileira não é paradigma. É indicativo, mas não, e longe disso,
garantia. Que o diga Felipão, onde após a Copa de 2002, acabou ganhando somente
a recente Copa do Brasil com o rebaixado Palmeiras, dentro de um torneio que,
sabemos todos, somente participaram times muito limitados.
Por
estas razões, pelos fatos e indicativos, entendo que Dunga poderá fazer um
trabalho respeitado no Internacional, dentro de um conjunto técnico, que
abranja todos os setores, a fim de que a “turma” que entra em campo saiba, de
toda sorte, sua função e quem efetivamente dá às cartas.
Assim,
sorte ao Dunga e que o Glorioso retorne aos trilhos vitoriosos que o fez, antes
de todos, o único Campeão de Tudo.
O NOME
Retorno
ao assunto e sempre retornarei até que uma atitude efetiva seja tomada.
O
caminho para pavimentar as ações já está borbulhando, com diversas manifestações
e com uma enquete popular, que é sim um paradigma importante, onde mantém o
percentual de 64% a 68% para a mudança do nome da Escola Presidente Kennedy.
O que
fazer? Quem pode fazer ou tomar a iniciativa?
Já foi
sugerida forma, ou as formas, com exemplo, contudo uma consulta popular por
iniciativa do executivo, do legislativo ou mesmo provocada por entidades da
comunidade, talvez seja o caminho mais honesto e eficaz.
Por fim,
do debate que participei na rádio Lagoa FM sobre o assunto, sai mais convicto
do que nunca, notadamente frente as respeitáveis razões que sustentaram o
contraponto, de que a mudança deve acontecer, e o mais rápido possível.
NO FIM
Alguns
estão com medo, o que também é importante.
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