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Entre a dinâmica
angustiante de um evento com duas partes, uma enxurrada de notícias que teimam
em ser constante e o futuro da natureza humana por Habermas, o caminho é
espinhoso.
O evento passa pelo
duelo que já aconteceu quando meus dezessete leitores tiverem contato com este
texto. É árduo, é muito complicado, mas quando não o foi? A convergência indica sucesso e, como passado
é presente e presente já passou, não importa que o futuro esteja sendo escrito
agora. Esperaremos, outra vez!
A enxurrada passa
também pelas águas que se dispõem sobre o espetáculo das cachoeiras. O revés é
exatamente a nota e a melodia que o espetáculo está inserido. Não há mais
volta, às águas estão rolando, objetivamente para o final de um desaguadouro
que traduz a forma corriqueira e comum pela qual as pessoas apresentam o seu
preço.
A ética, a vida
correta, enfim a vida boa ou a vida ruim, a religião, a metafísica, os
aplausos, a guerra e a paz, tudo caminha do evento para as águas e termina no
bem ou no mal.
No século 19 já foi
dito que onde o homem não é tudo, o homem
não é nada. Tudo deve partir do ser humano, sem dependência do meio, mas a
partir dele. Independe do sistema, da forma ou da prática. O que vale é ser a
partir do ser.
Por tudo isso, nada
de novo em nosso reino, fundamentalmente sob o manto político. O inimigo não é
outro, sempre foi e, ao que se percebe, sempre será o mesmo. A conduta humana é
o foco principal.
O desprezo que ronda
os protagonistas da mais alta corte judiciária do país é emblemático. Não há
diferença (sei que muitos sabem que nunca houve) entre o solitário catador de
papel, o clero e a nobreza, enquanto o fator humano for alimentado pela
impossibilidade de ser visto o respeito da retidão.
NO
FIM
O agasalho às
minorias e aos ditos menos favorecidos sob um aspecto macro, não poderá fazer
com que todos paguem a conta, sobretudo em consonância da responsabilidade
estatal.
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