Tudo é polêmica.
Agora é o Hino Nacional, após mais uma “furada” do colombiano, Ministro da
Educação. Na verdade, não tem nada a ver com o Hino em si, mesmo que tal
ingerência seja indevida sobre a competência dos estados, por exemplo. O fato é
fazer (continuar) campanha eleitoral já funesta, partindo do conceito de
doutrinação. Sim, a mesma que outrora era reprimida pelos atuais personagens.
O problema não é o
Hino, que é muito bonito. O problema são as pessoas despreparadas que em
delírios de poder fazem toda a confusão. Além de que, não olvidem, a grande
maioria nem mesmo sabe entoá-lo ou entendê-lo. E o problema também é a mania de
fazer comparações com tudo, como se a burrice pudesse ser justificada por outra
burrice.
Salvem os móveis,
porque a casa é alugada!
HOMENS LIVRO
Lembrei de
Fahrenheit 451, romance do grande Ray Bradbury, e dos “homens livros”. Para
quem não leu ainda a extraordinária obra, em síntese, o escritor cria uma
espécie de “sociedade de homens” que, infringindo a lei, absorvem a leitura de
livros e posteriormente os queimam. E por quê? Porque a ordem é que ninguém
tenha acesso e todos os livros devem ser queimados. E quem realiza tal ato? Os
bombeiros. Sim, os bombeiros são os responsáveis por encontrar e queimar os livros.
Logo, os homens são
ao final os livros e os livros são os homens. Somente os matando é possível
“matar” também os livros. Fantástico, não?
Hoje muitos estão
sendo queimados. Não só livros, mas conceitos, formas, abraços, sorrisos,
alegrias, entre tantas e tantas outras condições humanas.
Vejam bem.
NO FIM
Uma das maiores
entre todas as grandes.
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