A prisão dos ditos
miliciano e suspeitos do assassinato da vereadora Marielle e sua proximidade
com o “quintal” da presidência da república é estarrecedor.
O principal deverá
vir à tona logo: quem mandou fazer o serviço? Quem foi o responsável pelo pagamento
dos executores?
Talvez possa até ser
aguardada outra data simbólica, como o aniversário do atentado, para que os
fatos sejam publicizados. Talvez não. Pode ser que a corda espiche tanto que
arrebente antes de todas as estratégias de apresentação estejam definitivamente
atijoladas.
Não sei, mas algo
cheira muito mal. Há realmente algo de podre no reino da Dinamarca, ainda mais
quando o delegado responsável, segundo informações recentes, será afastado do
caso para um curso de aperfeiçoamento no exterior.
Já dizia um
personagem do grande Chico Anysio: É impressionante!
O POÇO NÃO TEM
FUNDO
Enquanto o povo
tenta se recuperar de uma tragédia, surgem outras e mais outras, consolidando o
nefasto tempo que estamos vivendo.
Esse massacre em escola
de São Paulo é um horror sem nome. Todos fomos mortos e feridos. Todos são
responsáveis e vítimas.
Não há o que dizer.
Há sim o que cobrar; o que exigir de quem busca fomentar a violência, como se
isso levasse a algum lugar diverso do cárcere ou do cemitério.
NO FIM
Está muito difícil
ser brasileiro.
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