Na última pesquisa
eleitoral, a mesma que aquele pré-candidato que diz utilizar o auxílio-moradia
para “comer gente” tentou barrar no TSE, se renovaram praticamente os dados das
anteriores, ou seja, Lula continua na frente disparado.
Surge, então, a
seguinte indagação? Como pode ocorrer tal fenômeno, após a confirmação de uma
sentença condenatória do petista em segunda instância?
Poder-se-ia, para
utilizar os recursos gramaticais do Dick Vigarista, partir da premissa de que
todos os demais pretendente ao cargo não estimularam ninguém, nem mesmo com
balões de ensaio previamente estudados. O povo não engoliu nenhum deles, do
misógino ao frequentador dos picadeiros.
Isso indica, para
todos os efeitos, que a última trincheira para que Lula não seja o próximo
Presidente da República é realmente uma decisão quanto a sua inexigibilidade.
Bom, com tal
decisão, aí os eleitores de Lula votariam em candidato indicado por este? Ou
não votariam em ninguém, tornando a enxurrada de brancos e nulos em fenômeno
nunca experimentado em nossa democracia?
Vejam que
encruzilhada, especialmente para a direita (se é que, como esquerda, centro,
etc., existe ainda) que não conseguem emplacar um candidato sequer, apesar de
muitos de seus defensores se apresentarem como a “solução”. E, pior, veem um
candidato que responde a processos criminais, condenado, apesar de ainda sem
trânsito em julgado, ser, caso venha a participar do pleito, inalcançável.
O ano está só começando.
NO FIM
Também é legal ver
os que tentam ser ministros.
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