Não há outro
assunto. Tudo leva à tragédia ocorrida no voo da equipe da Chapecoense, o qual
levava também jornalistas, além dos trabalhadores da companhia aérea. De todos,
restaram cinco sobreviventes, sabe se lá como e em que condições reais. Mas
estão vivos!
A causa principal,
ao que se noticia, foi uma “pane seca”, ou simplesmente falta de combustível.
Ninguém pode acreditar que isso seja possível. Mas, ao que parece foi!
Pensando que 99% dos
desastres, não só aéreos, e sem medo de exagerar, são por falhas humanas. Uma
sucessão de falhas. E nisso lembro-me de um exemplo: se você mantiver seu
carro, com revisões, troca de óleo, pneus, etc., além de respeitar as regras de
trânsito, quando que ele irá dar algum problema? O mesmo acontece com uma aeronave.
Mas o que realmente
importa após tudo são as consequências. Esposas, companheiras, pais, mães,
filhos, sobrinhos, netos, amigos, colegas, anônimos e todos mais. O que dizer? Só
restam clichês. Não resta mais quase nada.
Estive há bem pouco
tempo em um hotel onde casualmente a equipe da Chapecoense estava hospedada.
Tomamos café, “juntos”. Conhecia alguns jogadores: Alan (sobrevivente),
Josimar, Kempes, o técnico Caio Júnior. Estavam concentrados para uma viagem à
Argentina na mesma Copa Sul-Americana. Ficou uma bonita imagem.
Resta torcer, para
os que ainda lutam pela vida e da mesma forma e intensidade aos que ficaram.
É isso.
NO FIM
No fim é o recomeço.
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