Primeiro, e muito
antes de qualquer outra situação, parabéns ao prefeito eleito, Gustavo Bonotto,
e a toda sua equipe de trabalho.
O resultado, e a
diferença de quase 5.000 votos entre os concorrentes, é o que se fala em todos
os cantos. Não há um lugar nesta cidade onde as pessoas não comentem este
expressivo número que separou os pretendentes.
Definitivamente não me lembro de algo minimamente parecido.
Não sou analista
político, longe disso, mas uma leitura mediana é possível fazer. O vencedor fez
uma campanha franciscana. No início, pelas informações que recebi, nem
assessoria em posições essenciais possuía. Fez uma caminhada, nada
despretensiosa, mas, principalmente na arrancada, com visões e objetivos que
provavelmente não alimentavam a proporção que definiu tudo e onde principalmente
tudo chegou, passando no caminho muitas vezes por estratégias opositoras mais
do que conhecidas.
Os detalhes indicam
o que aconteceu. A soma de muitos deles
conduzem ao todo. Eles sabem!
GRITO DAS
URNAS – 2
De modo geral a
Direita sai fortalecida deste pleito. Aliás, tal condição é perfeitamente
explicável e previsível pelo resultado das ações que emergem da Operação Lava
Jato, que sistematicamente apresenta o resultado atingindo sempre o alvo
visado, seletivamente.
Em Porto Alegre,
como em diversas cidades e capitais, as “abstenções venceriam os pleitos”. Isso
é sim muito sério e preocupante, porque traduz que o desconforto do povo é
geral e com todos, apesar de alguns tentarem vender a ideia de que desonestos e
pilantras estão de um lado só.
NO FIM
Segue o baile.
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